30 de mai de 2009

RECEITA PARA DIA DOS NAMORADOS...


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RECEITA PARA DIA DOS NAMORADOS...

Beijos, um bom punhado
Do tipo bem adocicado
Inebriante no sabor
Caprichado no teor...

Abraços fortes aos montes
Como se unindo horizontes
Poder sentir o coração bater
Para um no outro se prender...

Muitos afagos e carícias
Exagerar nessas delícias
Uma mordidinha na orelha
Acende no corpo centelha...

Sentir no prazer como é bom
Ter por alguém uma paixão
Ficar feliz por ter ao lado
Alguém querido, o namorado...

Bem baixinho você cante
Aquela canção marcante
Que lhes seja preferida
Para lembrar por toda vida...

Por fim, declare seu amor
Dizendo, com gesto ou flor
Se a boca não conseguir falar
Use-a como poesia para beijar...






Djanira Luz

AMOR EM TRÊS ATOS...


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AMOR EM TRÊS ATOS...



O INÍCIO


Ela...


A respiração acelerava, olhos com brilho diferenciado, na boca uma secura do desejo. Só em pensar nele aceleravam-lhe as batidas do coração, um leve tremor nas mãos, a pitada de insegurança do primeiro encontro e imensa a alegria que não cabia em seu corpo. Sentia-se perdidamente apaixonada por ele...


Ele...

Em tudo que pensava ou que via, era ela quem estava lá fazendo das suas horas as mais alegres do que havia vivido até ali. Ele não entendia o fascínio que a sua amada tinha que o deixava domado por aquela sensação de querer vê-la, ouví-la, tocá-la, possuí-la... Estava muito emocionado na expectativa do primeiro encontro. Era o sentimento mais intenso que experimentara em toda sua vida. Estava perdidamente apaixonado por ela...


O MEIO

Eles...

Encontraram-se. Certificaram-se da reciprocidade do amor. Entenderam que se guardavam um para outro há muito tempo. Ela o esperava, ele a procurava. Como a força de ímãs, o amor os atraiu e os uniu de forma que perceberam que não havia mais como haver rupturas entre eles. Amor acontece e pronto. Se é correspondido precisa ser vivido com toda a beleza e intensidade pelo casal que se ama. Do amor ninguém pode fugir. Não adiante ficar longe, não adianta ignorar porque só fará aumentar o desejo, a saudade e, ainda, fará sofrer um coração que escolheu só amar.

Por isso eles se integraram perfeitamente. Amor busca sua outra metade e quando a encontra é normal que se sinta inteiro, completo. Ele e ela sabiam que se pertenciam e que o amor era a maior força que os atraiu, portanto, por mais que o tempo passasse, por maiores que fossem as ausências, por mais difíceis as tribulações que tivessem de enfrentar, eles permaneceriam ligados, pois o destino os havia unido para que vivessem um grande e verdadeiro amor.

E se amaram. E se perderam um no outro. E se descobriram em seus abraços e se acharam imersos num amor tão grande e maravilhoso. O amor se fez em corpos, em mente, em explosões além da matéria... Amor esse na sua mais ampla complexidade. Amor que não se explica com palavras, amor que se sente e se vive. Amor simplesmente...

Entretanto... Quando um grande amor assim acontece, quando ele surge inexplicavelmente, ao invés de apenas aproveitar a beleza do momento, surge o medo, a insegurança de se perder esse amor belo e forte.

Ela teve medo. Ele, insegurança. Um não queria viver sem o outro e as ausências tornaram-se eternidade e a cobrança um do outro ao invés de uní-los ainda mais, como ambos esperavam, foi desprendendo-lhes os laços, os abraços, os afetos e os dois seguiram silenciosos e tristes, um em cada canto.

E o que se fez inteiro, voltou a ser meio. Mas, agora cada meio havia sido reduzido a vários pedacinhos, pois sentiam, ele e ela, que tudo que faziam tinha um pouco ou muito da pessoa amada. E isso os entristecia... E sentiam a falta, a vontade de novo estar ao lado do ser amado que enchia-lhes de alegria, esperança e vontade de viver.

A vida com eles separados era desbotada, era insípida, inodora... Precisavam um do outro para pôr sabores nela para que a tornasse bela e colorida como a vida deve ser!

E essa história de amor é diferente, nessa não há o ato do FIM, pois um grande amor não finda, um grande amor reacende a chama e se dá uma, duas, três novas chances. Um verdadeiro amor não terá um final, terá a cada dia para fortalecer a relação...


...O RECOMEÇO

Ele e Ela...

Foi a manifestação de amor mais terna e veemente que o Universo pôde presenciar. Era tanto carinho sincero que ambos sentiram borboletas no estômago, aquela sensação feliz que sentimos quando temos a convicção de estarmos ao lado da pessoa pela qual esperamos a vida inteira. Aquela mesma emoção de sentirmos felizes só em saber que a pessoa que amamos respira o mesmo ar que respiramos...

Amor não se descreve e não se consegue explicar. Para falar desse momento vivido pelo casal só mesmo tomando emprestado o momento mágico do desabrochar de uma flor ou o som produzido pelo riacho em plena primavera ou o canto alegre da ave na mata ou ainda, o olor da fruta preferida colhida no pé... Essas pequeninas coisas que só quem ama poderá compreender o que por ora descrevo desse amor bonito de se ver, de se ter e de se sentir.

Amor que não se acaba, amor que não tem fim, amor sem desfecho. Amor que a cada dia é dado o direito de um novo e melhor recomeço...



Djanira Luz

Um sonho para meu Rio... (Uma crônica em prosa poética)


Um sonho para meu Rio...
(Uma crônica em prosa poética)

Sonho com um Rio de Janeiro
Onde haja a felicidade de janeiro a janeiro...
Com crianças e idosos nas praças,
livres, sem tiros, drogas, desgraças.
Meninos jogando futebol felizes da vida
tendo risadas, esperanças, sem bala perdida...
Pelas escadas dos morros descendo só a alegria,
a comunidade em paz e harmonia!
Sem rapaziada com crack, cocaína ou cola...
Só garotada interessada em boas notas na escola!
Meu Rio de sonhos não haveria sequer assalto,
só samba, futebol, passistas mulatas desfilando no asfalto.
Muita praia, sol, mar, céu azul, liberdade e paixão,
famílias, amigos, pobres e ricos em total comunhão.
A qualquer hora do dia portas e janelas abertas,
a segurança e a tranquilidade seriam coisas certas.
A beleza seria além da cidade vista num cartão postal,
todos testemunhariam um povo alegre, alto astral...
Povo esse unido que mantém otimismo no coração
com as bênçãos e as graças do Protetor São Sebastião.
Meu sonho é bem mais que uma bela utopia,
tudo isso, na verdade, eu carioca queria...





Djanira Luz

PÃO COM OVO


Imagem retirada da busca Google

PÃO COM
OVO

Não por causa da maturidade. Ao longo da vida me vi assim. Otimista. Quando algo não dava certo ou quando eu não dava certo com alguém, seja namorado ou colegas, nunca fui de cultuar a tristeza. Dava um jeito de afastar a agonia do peito por transferência. É... Ao invés de ficar remoendo uma situação ou relação desagradável, rapidamente ia buscando algo que me ocupasse a mente e os olhos para que eu não ficasse num total baixo astral.

A vida tem uma gama de maravilhas para perdermos tempo, saúde e sorrisos com desavenças, com infortúnios ou ausências. Veja o lado bom da vida sempre.

Sim, sei que quando a dor é demais no peito, cegamos para tudo que for lindo, belo e melhor para nós. Mas, é preciso treino. Tudo são escolhas, opções. Se não abre a mente para deixar a dor sair, ela vai crescer e se fortalecer de tal maneira que você vai afeiçoar-se dela. Acontece isso com aquele grupo de jovens “emos”. São “emo”tivos. Esse grupo aprecia músicas e atitudes depressivas, essas coisas... Não é o seu caso, certo?

Então, para que a dor, a angústia, a depressão não tome maiores proporções, substitua os pensamentos que trazem lembranças que machucam o coração, por outras coisas que lhe dê novo ânimo. Seja uma outra pessoa, uma canção, um objeto, um alimento... Mesmo que seja um pão com ovo! Dizem que é “coisa de pobre”... Quer saber? Adoro um pãozinho francês quentinho com ovo!

Acho que pobre é quem sabe viver... Ser pobre, tudo bem. Agora, ser pobre de atitudes e sentimentos, não dá! Quanta gente fica limitada com medo do que vão dizer os outros, preocupam-se demais com as opiniões de fora e esquecem de viver, deixam de comer um pão com ovo, pela ausência de coragem de assumir que aprecia uma coisa tão simples...

Muitas vezes na vida entrei em confrontos por ser verdadeira. Descobri que muita gente prefere viver uma vida permeada de mentiras, tipo “me engana que eu gosto”, a ouvir ou viver verdades e vontades.

Há quem viva por toda a vida vivendo “a vontade do outro” por não ter coragem de assumir seus sentimentos, de arriscar-se. Não sou de ficar em cima do muro. É ou não é. Quente ou frio. Sim ou não. Chega uma hora que não dá para ficar numa indecisão. O lance é pôr cartas na mesa, jogar a toalha, abrir o jogo e deixar revelar-se suas reais intenções...

Dessa forma, agindo de uma maneira clara, consciente é que poderemos ter uma postura mais positiva diante da vida, independente dos acontecimentos que nos cercam. Seja o romance que chegou ao fim, da doença que se instalou, o gosto ruim daquele alimento que somos obrigamos a ingerir...

Nada, nada mesmo pode ser tão mais poderoso do que nossos pensamentos. Se tivermos consciência do que queremos, mesmo que nos custem os anéis, devemos arriscar tudo em nome da serenidade, da paz do espírito, do contrário, viveremos num eterno mundo de insatisfação e arrependimento.

Devemos nos sentir livres para nossas escolhas, pois de outra maneira, seremos acorrentados para sempre às nossas insatisfações pela ausência de coragem de optar por aquilo que realmente desejávamos.

Então, você aí... Nada de ficar cabisbaixo! Levanta
a cabeça, dá um sorriso e busque dentro de você aquilo que lhe dá alegria, satisfação e corra atrás. A vida é isso! Cheia de jogadas e a cada jogo, novos lances.

Ser feliz é ter coragem para fazer a escolha certa. Às vezes, tão simples como um pão como ovo...



Djanira Luz

POEMA DA SEPARAÇÃO...


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POEMA DA SEPARAÇÃO
...



Você era a haste e eu, a sua flor
Prendi-me a você, por puro amor
E palavra-seiva que a mim oferecia
Era um alimento que me nutria...

Pela força de seus beijos, me abria
A minha vida com você, eu dividia
Na fé da sua raiz fui crescendo
Nessa segurança ia me fortalecendo...

Muitas primaveras atravessamos
Em vendaval, quase nos arrasamos
Mas, o calor do amor e seu carinho
Fortificou-nos ao longo do caminho...

Hoje estou aqui me despetalando
E do seu corpo-haste, separando
Fico agarrada até me desprender
Para uma outra vez, reflorescer...



Djanira Luz

O QUE VOCÊ NÃO FAZ POR AMOR...



O QUE VOCÊ NÃO FAZ POR AMOR...

- Matar.

Foi isso que completei quando minha amiga disse esta frase: “O que você não faz por amor, hein...”. Ela estava agradecida e admirada por eu ter prestado-lhe um grande favor. Grande na concepção dela; para mim, grande foi o prazer em ajudar. Ela sabe que por amor, sou capaz de grandes feitos.

Por amor, só não mato. Bem, a menos que quem amo não esteja em perigo... Aí já nem sei qual será a minha reação. Mas, não correndo riscos, faria muita coisa por amor. Coisas sensatas, óbvio. De acordo com minha natureza meticulosa, sou bem comedida até mesmo para cometer “loucuras”.

Acho que quando amamos muito e não há reciprocidade, o melhor a fazer é afastar-nos da pessoa amada. Muitas vezes esse amor torna insuportável que acabamos infernizando tanto a nossa vida como a do outro Não há pior coisa do que esmolar amor ou ser perseguido por conta de um amor que não desejamos.

Amar muito é a melhor coisa do mundo, desde que haja cumplicidade, reciprocidade, o querer no mesmo grau, na mesma intensidade. Caso contrário, é desgastante, é frustrante. Sempre que vejo alguém amando demais e seu amor já tem outro, me vem à mente a sabedoria do rei Salomão.

Quando aquelas duas mulheres foram ter com o rei para saber quem iria ficar de posse do bebê, depois de ouví-las, o rei Salomão ordenou a seus súditos que partissem a criança ao meio e entregasse metade para cada uma das mulheres. Acabando assim, com aquela discussão descabida. De imediato, uma das mulheres gritou:

- Páre, tenha piedade! Entregue a criança aquela mulher...

Salomão, com tamanha sabedoria, mandou que a criança fosse entregue à mulher que se importou com aquele ato cruel de partir ao meio um inocente. A mãe preferiu ver o filho vivo nos braços de outra mulher a vê-lo morto.

Então, penso que quem muita ama deve mesmo abrir mão do outro quando vê que não tem mais jeito. Deixar o outro partir livre é a maior prova de amor. Se não deu certo com um amor, outro mais belo poderá surgir. Basta fazer como aquela mensagem que diz: “não corra atrás das borboletas, cuida do jardim que elas vêm até você”.

Sim, quando sentir que está amando demais ou pensando que ama e não é amado por quem deseja, pare e siga o exemplo das flores que pela beleza e perfume conseguem atrair as lindas borboletas. Então, perfume-se de bons pensamentos, de boas intenções, seja doce e suave que boas coisas virão. Deixe o outro livre para que faça suas escolhas.

Você pode amar, mas não pode sufocar. Por amar demais, com suas atitudes rudes, impensadas, você mesmo mata o relacionamento. Ao invés de atrair com amor, doçura e sabedoria, como fizeram Salomão e a mulher. Ele, muito sábio. Ela, muito amou. Por amar muito, às vezes devemos nos afastar, porque temos que saber se o nosso amor tem sido algo de belo e bom também para o outro.

Na maioria das vezes sabemos que nosso amor não está sendo correspondido da maneira que desejávamos. O que acontece muitas vezes, é que não queremos aceitar isso. Isso é um grande perigo e incômodo. O relacionamento dá sinais se há reciprocidade. Esteja atento!

No mais, perfume-se, enfeite-se de boas e belas atitudes. Outro amor virá! Ah... Virá com certeza!

Lembre-se: Ame, mas não mate o seu amor...



Djanira Luz

AMOR, SUBSTÂNCIA QUE UNE...



AMOR, SUBSTÂNCIA QUE UNE...

Estive observando a água com óleo, vendo que não se misturam. Depois de brincar um pouco e tentar misturá-los, pensei nas aulas de química e recordei que há um meio de unir a água com o óleo, basta acrescentar o detergente. O detergente é uma substância anfipática, que possui uma parte hidrofílica (que se une a água) e outra hidrofóbica (que não se une à água). Sendo assim, a parte polar da água se interage com a parte polar do detergente e a parte apolar do óleo se interage com a parte apolar do mesmo detergente, fazendo uma “ponte” entre a água e o óleo. Uma ponte... Achei interessante.

O mesmo deve acontecer com casais de raças, credos, classes sociais, times de futebol ou culturas diferentes. Só que ao invés de uma substância anfipática usada como ponte para unir a água e o óleo, é o amor que faz essa ponte entre os casais. Amor esse que é capaz de derrubar barreiras e preconceitos; distâncias e diferenças; desunião e lutas.

Bom seria se essa substância chamada amor unisse todos os povos como uma imensa ponte onde seríamos unidos pela fraternidade, solidariedade que tanto pregamos, mas nem sempre temos êxito ou retorno.

Sei que sozinha não consigo mudar ou melhorar muita coisa, mas faço uso da “substância amor” com as pessoas do meu convívio diário, para perdoar, suportar ou tolerar alguma falha que presenciar.

Acredito na força do poder coletivo. Se a humanidade pudesse parar ao menos algum momento e observar um simples copo com água e óleo, creio que surgiriam boas e novas ideias e com tais idéias fariam suscitar maior respeito com o próximo...



Djanira Luz

PESSOA "GOMA-ARÁBICA"

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PESSOA "GOMA-ARÁBICA"

Aquela árvore que vi num documentário, era algo extraordinariamente divino que permanece em minha mente. Por mais que o tempo passe, ela não passa. Fiquei fascinada pelo tipo de acácia que produz a goma-arábica. A goma-arábica é uma linda resina transparente rósea. Interessante saber é que essa resina é produzida para “curar” a ferida dos galhos. Esse tipo de acácia que produz a goma-arábica pode ser encontrada na região subsaariana do continente africano a sul do Deserto do Saara. Sob as acácias, ficam serpentes peçonhentas que vigiam e protegem a “árvore da vida”. Os apanhadores das gomas utilizam-se de bastões para verificar se há serpentes por onde passam, e desta forma, evitam ser picados.


A goma-arábica é utilizada em diversos produtos como balas, gomas, bebidas, remédios, cosméticos, entre outras coisas. Por isso é conhecida como “árvore da vida”, pela gama de possibilidade que a goma-arábica oferece para a composição de diversos produtos.


Há pessoa que se assemelha à goma-arábica. Pessoa que chega a nossa vida, mesmo que por breve momento, deixando um rastro de felicidade, de alegria, de conforto, alento. Muitas vezes, estamos com feridas abertas, fazendo-nos padecer, então uma pessoa próxima ou aquela que nem sequer vimos antes,  chega despretensiosamente para nos cicatrizar as feridas, tal qual a goma-arábica faz com o galho da acácia. Pessoa sublime que tem o poder de elevar nosso espírito, de mostrar novas possibilidades, dar novo ânimo, dar a coragem para superarmos obstáculos ou de nos devolver a vontade de viver. Tipo de pessoa que chega a nossa vida e não passa, permanece para sempre.


Fico deslumbrada com pessoa assim. Pessoa que se doa como “goma-arábica” para sarar feridas. Pessoa transparente e bela, de alma generosa, de nobreza singular.


Antes de querer “ter uma pessoa-goma-arábica” a meu lado , quero antes “ser uma” e poder também ter o dom de melhorar, edificar, levar amor, ternura, companhia a todo aquele que precisar...





Djanira Luz