24 de jun de 2009

A QUANTAS ANDA SUA LIBIDO?


As imagens desta página foram retiradas da busca Google

A QUANTAS ANDA SUA LIBIDO?


Pensa que só homem conversa sobre esses assuntos, perdeu feio! A mulherada depois da liberdade sexual aprendeu a sentir e dar mais prazer, a ser exigente na intimidade.

Estávamos na sala conversando trivialidades, quando aquele sonoro conhecido por mim despertou a curiosidade de umas das visitas:

"- O que é isso? Você tem galinha poedeira no jardim?"

Ri. Não, não era galinha... Eram meus jabutis acasalando, a Jurema e o Tobias. Sim! Enquanto acasalam fazem um alto som parecido mesmo com uma galinha que vai pôr seus ovos.

Impressionante o apetite sexual deles. Deles ou dele. Sei que enquanto estivemos “batepapeando”, sem exagero da minha parte, elas acasalaram oito vezes em pequeno espaço de tempo! Ufa! Haja fôlego! E, interessante é que o Tobias, o machão potente, fica numa babação de molhar todo o casco da fêmea Jurema que só vendo!

Após observarmos aquela cena explícita, bastou para as mulheres comentarem cada uma sobre seus desempenhos e satisfações ou não, sexualmente.

“- Gente do céu! Que que é, minha filha? Puxa... Deve ser por isso que você dizia querer ser uma tartaruga!” Disse para mim. Gargalhada geral na sala, lógico! Nem adiantou eu ter dito que era pela passividade, longevidade... Ninguém acreditou depois daquela cena tórrida de acasalamento.

Comentei com minhas amigas que outro dia estava de saída e uma mulher nos seus trinta e cinco anos, creio, vi parada em frente ao meu portão. Pensando ser alguma vendedora ou agente de saúde, pela janela falei:

- Boa tarde, pois não...

“- Ah... Não é nada, estou observando a tartaruga fazendo amor, nunca vi isso antes! Que barulho, um escândalo! E não param... Já estou aqui um bom tempo! É de fazer inveja!!!”

Tive que rir, despedi-me e a deixei saboreando a cena.

Pelos comentários das minhas amigas e suspiros daquela mulher
ao meu portão, apesar da liberdade sexual, percebo que ainda hoje há muito tabu e preconceito em relação à vida íntima sexual, do contrário elas não se mostrariam tão insatisfeitas chegando a invejar o casal de jabutis do meu jardim.

Fiquei preocupada, pois mulheres mais novas do que eu demonstraram total desinteresse sexual, falta de libido. Não é normal a falta do desejo, de apetite sexual. Denota que alguma coisa não vai bem. Ou na relação do casal que significa que o problema poderá ser psicológico ou alguma disfunção fisiológica que deverá ser tratada com um bom profissional. Ambos têm tratamento.

Caso esteja desinteressada em manter relação sexual, converse com seu parceiro, tente descobrir onde está o problema. Caso não resolva, procure um ginecologista. Se o médico não detectar nenhuma anomalia, busque ajuda de um psicólogo que certamente você terá bons resultados e cura para o falta da libido. Freud explica...

O que você não pode é viver a vida sem desfrutar da delícia de dar e sentir prazer, não é?

Então, ame-se, cuide-se e seja feliz com todo o prazer que a vida nos proporciona!





ADENDA: Acho que pouca gente sabe a diferença entre jabuti, cágado e tartaruga. Mas, tem sim. Os meus são jabutis... Para preservar a privacidade dos meus, optei por postar fotos da internet e não deles... He, he, he

Djanira Luz

DÁ-ME PROBLEMAS, DOU SOLUÇÕES!



DÁ-ME PROBLEMAS, DOU SOLUÇÕES!



Um dia desses, assisti a um filme “A ilha da imaginação”, com a brilhante atriz Jodie Foster. Narrava a história de uma garotinha e seu pai, um viúvo biólogo marinho. Viviam numa ilha remota, “à sombra de um vulcão”. Achei atraente isso porque já vivi assim, à sombra de alguns ”vulcões”...

Havia o estressado vulcão-professor que, por causa de meia dúzia de alunos, jorrava palavras-lava sobre todos nós, pobres e dedicados alunos. Tinha o vulcão-patrão exigente que, a qualquer momento, entrava em erupção sem aviso prévio. Além de algum colega de trabalho que, por motivos fúteis, deixava sair pelas narinas raiva-cinza-vulcânica, sufocando-nos.

Penso que muitas pessoas vivem à sombra de algum vulcão... Um vulcão-homem, vulcão-mulher, vulcão-sogra, vulcão-genro, vulcão-nora, vulcão-filho, vulcão-irmão, vulcão-vizinho, vulcão-fulano, vulcão-sicrano, enfim...

Se você não conseguir pôr o seu vulcão em extinção, ao menos esteja pronto. Conhecer o vulcão e suas conseqüências é um grande trunfo. Assim como é feito em países que têm vulcão, fique atento aos sinais. Aos primeiros indícios de "fumaça-ofensas", mantenha calma e equilíbrio, não revide.

Geralmente a pessoa que está a ponto de “entrar em erupção” gosta de atiçar, de lançar labaredas, atear fogo para sentir-se mais forte. Pois sendo assim intensa, mais violenta será sua explosão final. Procure ser tolerante, nobre. Esteja preparado para a hora da erupção. Aquilo que se espera acontecer, é menos obscuro. Se não conseguir extinguir o vulcão, ao menos vai aplacar a fúria. O seu silêncio e você saber ignorar certos rompantes de ira, é crucial para coibir tais atitudes não civilizadas.

Até que consegui extinguir alguns vulcões ao longo do meu caminho; um e outro, porém, volta e meia insiste vir à tona. Em momentos assim, fico repetindo uma frase que criei quando mais jovem. Esta frase ajudou-me em vários momentos na vida: - Dá-me problemas, dou soluções! - E assim é e tem sido. Dou utilidades para o que a princípio, parece não haver solução ou serventia.

Das cinzas que me sufocam, adubo minhas rosas. Da lava que me apedrejam, resfrio e transformo em basalto. Vira calçada, passo por cima...

Não esqueça... Ao primeiro sinal de fumaça ou lava: assopre, resfrie, transforme, passe por cima!


Djanira Luz