19 de jun de 2009

PALAVRAS FEIAS, SENTIMENTOS DESELEGANTES...


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PALAVRAS FEIAS, SENTIMENTOS DESELEGANTES...



Não há nada pior para uma pessoa do que ser desprezada ou sofrer indiferença por parte de alguém, sobretudo quando se trata de alguém tão próximo e querido.

O desprezo machuca, magoa. A indiferença é fria e cortante feito faca afiada.

Há corações inóspitos que se alimentam de sentimentos nocivos e sentem prazer em desprezar o outro, de repudiar qualquer aproximação com o que é novo, diferente. São Pessoas taciturnas que vão amargando a vida de outrem somente pelo fato de destoarem de seus modos. Pessoas essas fechadas para novas ideias ou costumes.

Quando crê que seu desprezo não surte efeito, determinadas pessoas partem para a indiferença. Nada mais cruel do que você tentar uma aproximação seja no local de trabalho, no colégio, em clubes e afins e sentir nesses lugares um clima de indiferença, de rejeição. Por mais amadurecido que seja, quem for deixado de fora da conversa, aquele que sofre indiferença sentirá muito essa negação de atenção, ainda que disfarce ou diga não se importar.

Indiferença e desprezo são palavras e atitudes feias, deselegantes.

Para haver a paz gastamos mil palavras belas e ilimitadas atitudes no intuito de conseguí-la; já para que a discórdia se propague na velocidade da luz, basta valer-se apenas de duas atitudes, porém de efeito tão devastador quanto a bomba de Nagasaki e Hiroshima – o
desprezo e a indiferença.

Você pode até não gostar de alguém, mas procure não precisar usar a indiferença ou desprezo. Antes exercite sua paciência e benevolência, gaste palavras de paz, não contribua com sua atitude colocando minas explosivas na vida do seu semelhante. Imagine-se no outro antes de valer-se dessas palavras ruins...

Depois de tentar da maneira civilizada e esperada, não surtir efeito, vai da sua consciência agir de outro modo... Mas, ao menos saberá que tentou do melhor jeito até tomar uma atitude não tão bela.

Eu prezo mesmo que minha crônica faça alguma diferença para você, amigo internauta...



Djanira Luz