30 de mai de 2009

PÃO COM OVO


Imagem retirada da busca Google

PÃO COM
OVO

Não por causa da maturidade. Ao longo da vida me vi assim. Otimista. Quando algo não dava certo ou quando eu não dava certo com alguém, seja namorado ou colegas, nunca fui de cultuar a tristeza. Dava um jeito de afastar a agonia do peito por transferência. É... Ao invés de ficar remoendo uma situação ou relação desagradável, rapidamente ia buscando algo que me ocupasse a mente e os olhos para que eu não ficasse num total baixo astral.

A vida tem uma gama de maravilhas para perdermos tempo, saúde e sorrisos com desavenças, com infortúnios ou ausências. Veja o lado bom da vida sempre.

Sim, sei que quando a dor é demais no peito, cegamos para tudo que for lindo, belo e melhor para nós. Mas, é preciso treino. Tudo são escolhas, opções. Se não abre a mente para deixar a dor sair, ela vai crescer e se fortalecer de tal maneira que você vai afeiçoar-se dela. Acontece isso com aquele grupo de jovens “emos”. São “emo”tivos. Esse grupo aprecia músicas e atitudes depressivas, essas coisas... Não é o seu caso, certo?

Então, para que a dor, a angústia, a depressão não tome maiores proporções, substitua os pensamentos que trazem lembranças que machucam o coração, por outras coisas que lhe dê novo ânimo. Seja uma outra pessoa, uma canção, um objeto, um alimento... Mesmo que seja um pão com ovo! Dizem que é “coisa de pobre”... Quer saber? Adoro um pãozinho francês quentinho com ovo!

Acho que pobre é quem sabe viver... Ser pobre, tudo bem. Agora, ser pobre de atitudes e sentimentos, não dá! Quanta gente fica limitada com medo do que vão dizer os outros, preocupam-se demais com as opiniões de fora e esquecem de viver, deixam de comer um pão com ovo, pela ausência de coragem de assumir que aprecia uma coisa tão simples...

Muitas vezes na vida entrei em confrontos por ser verdadeira. Descobri que muita gente prefere viver uma vida permeada de mentiras, tipo “me engana que eu gosto”, a ouvir ou viver verdades e vontades.

Há quem viva por toda a vida vivendo “a vontade do outro” por não ter coragem de assumir seus sentimentos, de arriscar-se. Não sou de ficar em cima do muro. É ou não é. Quente ou frio. Sim ou não. Chega uma hora que não dá para ficar numa indecisão. O lance é pôr cartas na mesa, jogar a toalha, abrir o jogo e deixar revelar-se suas reais intenções...

Dessa forma, agindo de uma maneira clara, consciente é que poderemos ter uma postura mais positiva diante da vida, independente dos acontecimentos que nos cercam. Seja o romance que chegou ao fim, da doença que se instalou, o gosto ruim daquele alimento que somos obrigamos a ingerir...

Nada, nada mesmo pode ser tão mais poderoso do que nossos pensamentos. Se tivermos consciência do que queremos, mesmo que nos custem os anéis, devemos arriscar tudo em nome da serenidade, da paz do espírito, do contrário, viveremos num eterno mundo de insatisfação e arrependimento.

Devemos nos sentir livres para nossas escolhas, pois de outra maneira, seremos acorrentados para sempre às nossas insatisfações pela ausência de coragem de optar por aquilo que realmente desejávamos.

Então, você aí... Nada de ficar cabisbaixo! Levanta
a cabeça, dá um sorriso e busque dentro de você aquilo que lhe dá alegria, satisfação e corra atrás. A vida é isso! Cheia de jogadas e a cada jogo, novos lances.

Ser feliz é ter coragem para fazer a escolha certa. Às vezes, tão simples como um pão como ovo...



Djanira Luz

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;Djanira LUZ