11 de jan de 2011

SACUDIDAS TRANSFORMANDO VIDAS!

João Luis, 17 anos, chora abraçado aos amigos do colégio no enterro da mãe (Foto: *Renata Granchi/G1) - * Caso não autorize postar sua imagem, avise-me por favor que retirarei imediatamente. Obrigada!

 SACUDIDAS TRANSFORMANDO VIDAS!



Chovia. Passava das dez. Ainda deitada, minha filha ouvia músicas em seu Blackberry. Dei-lhe beijos. Achei confortável a cena onde o cobertor aquecia o corpo e a música, o espírito. Segurei para ver qual música tocava. Fui interrompida:
“- Ah, mãe, trocou a música...”
Sem entender, duvidei:          
- Eu!? Por quê?
“- Quando balança o celular, muda a música.”                            
Achei legal esse recurso. Depois fiquei imaginando como seria bom se com uma simples sacudida pudéssemos alterar nosso humor e pensamento. Na maioria das vezes uma pessoa gasta horas ou dias para mudar o temperamento tempestivo. Há quem morra sem se permitir mudanças. Algumas vezes, por orgulho.  Outras por situações desagradáveis e difíceis de serem contornadas.
Uma música pode ser mesmo a “sacudida” para aqueles dias tristes. Silêncio e solidão poderão ser preenchidos com melodias alegres. Um abraço na hora certa, balança-nos os sentidos! Faz  estremecer de felicidade quem o recebe,  saber-se querido melhora a estima. Uma palavra amiga tem poder e força de balançar o coração que sofre devolvendo-lhe o ânimo. Mudando assim, sua penosa situação.
Há muitas maneiras e razões para tomarmos esta atitude de balançarmos alguém ou a nós mesmos.  O balançar é uma forma entusiasmada de dizer “vamos, saia já deste marasmo!”, “vem comigo que mostro como se faz!”, “claro que tem jeito!”, “sabe o quanto amo você?” , “conte comigo sempre que precisar”, “segura na minha mão, confia!”, "acredite, vai dar certo!".

E nem sempre será necessário fazer uso da palavra falada ou escrita. O silêncio de um gesto carinhoso é capaz de ser terremoto, melhorando vidas e atitudes. A começar por nós mesmos! Imagine-se, então,  um aparelho com essa capacidade para mudanças surpreendentementes agradáveis!

Ainda chove muito por aqui. E estou  a me perguntar: quando a o tempo chora chuva demais, será que é o Sol que lhe dá uma sacudida para que volte a sorrir dias iluminados? Você faz ideia da resposta?rs
Seja Feliz!



 

3 comentários:

  1. Belíssimo pensamento amiga! Muitos estão precisando de umas sacudidelas bem básicas para voltarem a deixar fluir luz em seus olhos, agora apagados por tantos momentos nebulosos!

    Abraços renovados!

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  2. à exceção da chuva aí que está um horror, o mundo está precisando mesmo é de uma verdadeira chacoalhada desse tipo, eu acho! Abraços, e cuidem-se bem por aí, Dja! Paz e bem.

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  3. Olá, Djanira!
    Entrei para conhecer seu blog e seu perfil e desejar-lhe um óptimo 2011. Deparei com um belo texto, um programa de vida para se ser feliz a dois... Gostei!
    Queria também deixar um pensamento talvez tolo, mas interessante para quem gosta de questionar o legado dos nossos antepassados:
    Acabámos de celebrar o Natal e... sabia que o Natal não existe? Curioso, não é?
    Pois: o Natal foi inventado pela Igreja para “cristianizar” as festas pagãs em honra dos deuses solares, Mitra e outros, que se celebravam, por todo o império romano, ao redor do solstício de Inverno, como início do renascimento para uma vida nova, a da Primavera. Teve o seu aparecimento no s. IV, na Igreja Ocidental (25 de Dezembro – calendário Gregoriano) e no s. V na Oriental (7 de Janeiro – calendário Juliano). A narrativa do nascimento de Jesus de Mateus, ampliada por Lucas (nada sendo referido nem em Marcos nem em João), uma e outra são puras invenções sem qualquer credibilidade histórica nem qualquer verosimilhança (No inverno, os pastores não dormem ao relento...) Portanto, o Menino Jesus do catecismo não existiu. Muito menos o Deus Menino! E o mundo inteiro festeja algo de inexistente... Dá que pensar, não dá? (Ver mais no meu blog “Em nome da Ciência” cujo acesso é: http://ohomemperdeuosseusmitos.blogspot.com)
    Agora, associando-me ao luto de nossos irmãos brasileiros e fazendo votos para que semelhantes tragédias não voltem a acontecer aí no país irmão, uma outra ideia: apesar das catástrofes que vão acontecendo pelo mundo, com muita probabilidade provocadas pelas alterações climáticas e ambientais devidas à acção do Homem, o mesmo Homem, através dos seus governos subjugados aos interesses económico-financeiros de alguns (5% da população mundial, isto é, os que detêm 95% da riqueza produzida à face da Terra), não vai pôr-lhe cobro; preferirá assistir a novas catástrofes em que, como de costume, os mais fracos e pobres são os que irão continuar a sofrer. Inutilmente! Há que lutar para mudar estes sistemas e estes modelos não só políticos mas também económico-financeiros. Como? – Ver no meu blog “Ideias-Novas” cujo acesso é: http://ummundolideradopormulheres.blogspot.com
    Francisco Domingues

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;Djanira LUZ