| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! CONSELHOS DA "MÃE DE ALGUÉM"... “-Alô, aqui é do colégio, seu filho está todo molhado é para vir buscá-lo, por favor.” Quando o menino voltou do colégio com aquela carinha de quem aprontou tantas, eu reprovei a atitude dele ter ficado “surfando” nas poças do campo encharcado das águas de chuva. Saldo negativo: perna doendo, uniforme todo molhado, o tênis que dava para pôr um Beta dentro e a perda de dois tempos de aula. O menino não gostou da minha postura em repreender sua conduta no colégio. Braços cruzados, sobrancelhas cerradas. Tentou explicar o que não tinha explicação e eu disse com firmeza: - Você já sabe o que é certo e o que é errado e que atitudes erradas têm consequências nada agradáveis. Não reconheci na sua postura hoje a responsabilidade que demonstra ter. Estamos no fim do trimestre e não é hora de perder aula por peraltices. Tenho a convicção de não apoiar os erros, grandes ou pequenos dos meus filhos, pois se não lhes ensinar enquanto pequenos a acertarem os passos, a desviarem das más condutas, no futuro continuarão cometendo deslizes por acharem certo o que não é. Sim! Se eu não os corrigir agora enquanto estão sob minhas asas de ética protetoras, como vão saber discernir o bem do mal? Meus filhos são maravilhosos. Uns danadinhos, porém são amorosos. Mas não fico lambendo minha cria, quando precisam ouvir palavras mais arranhadas para que lhes moldem o caráter, eu não economizo fôlego! Insatisfeito e aborrecido além do que lhe cabe, encontrando uma forma de me testar ou me derrubar numa falha, rebateu com ingênuo deboche. Tive que segurar o riso, pois o momento era de correção, eu precisava manter minha seriedade para que ele aprendesse e pensasse no que fez: “- Mãe de alguém, quando você erra sua mãe fica falando muito na sua cabeça assim?” Nas vezes em que o repreendo, o menino me chama de “mãe de alguém”, foi a forma que encontrou para dizer que não agrada das minhas falas nessas horas. Então respondi com sutil ironia: - Sabe, "filho de alguém"... Hoje minha mãe não me diz o que fazer porque ela já fez isso no tempo certo, mais ou menos quando eu tinha a sua idade. Mamãe ensinou muito do que sei e graças a ela, muito do que sou foi por ter dado ouvido aos seus ensinamentos. Atualmente a “mãe” que me aconselha, agora que já cresci, é a minha mente. Nós adultos também temos vontade de fazer umas bagunças de vez em quando, mas a “mãe Mente” fica dando conselhos e dizendo que certas diversões não compensam porque as consequências podem machucar muito. Então prefiro não fazer nada que possa me fazer mal ou prejudicar alguém. O menino torceu o nariz, tentou retrucar mais alguma coisa, mas lhe faltaram argumentos. A cara feia vai passar e embora demonstre não ter assimilado nem absorvido as minhas palavras, sei que elas ficarão lá na cabecinha dele martelando para serem utilizadas no tempo certo quando não precisar mais que eu lhe diga o correto a seguir. Até tolero a carinha feia linda dele, mas não suas atitudes feias. Foi pouca coisa que ele fez, mas ai de mim se não torcer o pepino desde já!rs |
| Djanira Luz |
Eis que vim envolta Em Quatro Elementos - Sou maioria água, ser humano é assim; sou fogo quando necessário; sou terra, de mim brotaram frutos; sou ar, minha imaginação me permite voar... Sou feminina e forte como a mulher Mãe Natureza! ;Djanira Luz Todos textos, poesias ou frases neste Blog são de minha autoria. dj@
9 de out. de 2009
CONSELHOS DA "MÃE DE ALGUÉM"...
8 de out. de 2009
A CURIOSIDADE DE TODA MULHER...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! A CURIOSIDADE DE TODA MULHER... Você mulher, entre amigas, uma delas já lhe perguntou o que faria se fosse homem por um dia? Sabe como é, quando nos reunimos com nossas mentes criativas sempre surgem novas curiosidades! Quem me conhece de perto sabe da verdade em minha frase de humor – sou tão feminina, gosto tanto de homem que se fosse homem, seria gay. Por isso não me vejo masculina por me sentir confortável na condição de mulher. Mas para entrar na brincadeira, curtiria ser livre da obrigação de estar sempre perfeita e preocupada com a aparência, embora eu seja zen, não tenho essas neuras. Aproveitaria para sair sem camisa, de chinelinho, largadona. Saciaria ainda a curiosidade em relação ao prazer. Descobriria se sensação do orgasmo é a mesma nossa. E o melhor de tudo, para matar a vontade da única diferença que cobiço do homem, eu faria xixi feito cachorro louco em toda esquina para satisfazer meu desejo das vezes que senti vontade de urinar e por ser mulher tive que aguentar firme até que encontrasse um banheiro decente. No mais não tenho muita curiosidade, pois são poucas as coisas que o homem pode fazer e a mulher não.rs ADENDA: ESCREVI ESTE TEXTO PARA SACIAR A CURIOSIDADE DE UMA AMIGA...rs |
| Djanira Luz |
7 de out. de 2009
USANDO A DOR COMO ESCADA...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! USANDO A DOR COMO ESCADA... Havia tanta dor em seu semblante que fui invadida por grande compaixão. Quis tomar aquele sofrimento para mim, mas vi que era só dela aquele sentimento que nos corrói dilacerando toda beleza existente. Insuportável desejar mudar os fatos, tentar ser Deus e abraçar todo sofrer do mundo, acalentar almas atormentadas, carregar nos braços desenganos, ninar os males! Querer abrigar no peito o choro que maltrata e reprime o coração pondo nele espinhos, venenos, ácidos... Tão pequenina e já prova do fel, do lado negro da vida! Injusto, mundo cruel... Padece. Posso sentir a melancolia mesmo sem pronunciar palavra alguma. Na respiração sentida toda desventura sufocada. Sinto o peso de cada lágrima por tanta angústia escorrendo através dela. Quisera tomar essa dor para mim, menina e não assistir todo esse cenário como uma expectadora impotente que não tem braços nem pernas para agir e cujas palavras fogem por não saber confortar. Não há prece capaz de consolar em momentos assim, por isso faço do meu silêncio, oração. Há circunstâncias pelas quais passamos onde ninguém pode sofrer em nosso lugar. É o preço do crescimento interior, é escada que eleva. É nutrição para o espírito, é fruto que alimenta. Então me conformo pela ocasião da agonia dela, pois sei que a fará forte capaz de enfrentar gigantes e suportar tempestades sem desmoronar. Sim, menina! Tome a dor como escada que engrandece e fruto para lhe alimentar o interior. |
| Djanira Luz |
6 de out. de 2009
INFINITO SOFRER...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! INFINITO SOFRER... Chegou forte arrasando tudo, destruindo sonhos, espalhando lembranças bem guardadas, embaralhando-me ideias com tempestivas saudades. Inerte fiquei de olhar perdido no vazio onde estou sem janelas abertas para admirar e com portas fechadas para saídas. Um labirinto em mim se fez. Encontro-me na companhia dela. Ela que faz das horas, eternidades e do vazio, imensidão; ela que da boca rouba o riso e do olhar o amanhecer de lindos dias. E que põe na vida um amargo levando a sede, a fome, a vontade de viver. Que me abraça tão fria quanto cortante, que silencia os sons alegres dos momentos felizes, deixando-me compreender que o sofrer é infinito quando se tem por companhia ela, a solidão... |
| Djanira Luz |
TRAZ DE VOLTA A MENINA DOS MEUS DIAS... (Crônica Lírica)
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! TRAZ DE VOLTA A MENINA DOS MEUS DIAS... (Crônica Lírica) Amanheci e senti falta dela, pelo desânimo sabia que não estava junto naquele momento. Na esperança de que a encontrasse no reflexo através do meu olhar, apressei-me para diante do espelho. Mas não havia nos olhos o brilho radiante indicando a presença dela. O sorriso, a alegria, a calma transmitida na segurança de que tudo acaba bem havia partido sem aviso. Para onde foi a menina que me habita fazendo dos meus dias rios de felicidade e esperança? Que motivos teve para abandonar-me a ermo o coração que se fazia lilás, rosa, amarelo de Sol recheando de risos os lábios e que me deixavam mesmo sorrir pelo corpo inteiro onde a dança, o gesto revelavam a alegria vivendo aqui dentro. Que serão dos meus dias sem ela, que será de mim sem as tintas que me emprestava fazendo-me encontrar o ouro do amor no final do arco-iris da minha vida colorida de otimismo e beleza. O negrume do silêncio desvenda a ausência da doce presença com seu espírito iluminado... Devido eu ter desistido do grande amor que a vida desembrulhou para mim, a menina partiu. Pois não sobrevive quando o coração se dissolve em cinzas. Por ser Sol, ser Luz, todas as cores, perfumes e poesias, ela só há de voltar no dia em que meu sorriso for mais além do que se vê em meus lábios. Preciso dela, mas é de você quem necessito para trazê-la de volta, pois sua presença é que dá vida e alimenta o meu lado mais bonito: a menina que saltita feliz no meu interior quando o tenho junto a mim... |
| Djanira Luz |
5 de out. de 2009
PREGO DA SAUDADE OU FURO DA SOLIDÃO?
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! PREGO DA SAUDADE OU FURO DA SOLIDÃO? Algumas vezes em que fixo um quadro e não me agrado do lugar, depois tento retirar o prego, dá mais trabalho do que para colocá-lo mesmo que eu tenha martelado o dedo. Agora quando sai o prego fica um furo na parede denunciando minha indecisão na escolha do local adequado. Tem uns preguinhos até hoje que desisti arrancar, pois ficou muito emperrado, então coloquei um enfeite para escondê-los. Esse tipo de prego teve jeito de disfarçar, mas tem um que estou tentando retirar faz um bom tempo, aliás eu preciso extrair um que está bem fincado no meu coração. Alguém que prometeu pendurar a imagem de um amor bonito nas paredes do meu coração, no lugar fincou-me um prego de ilusão e agora está doendo muito. Talvez não consiga arrancar o prego por medo de me machucar mais ainda e também porque mesmo doendo, ele é a lembrança do amor que acreditei vivê-lo pendurado em mim como uma bonita pintura. Por que será que para retirar um prego é mais difícil do que afixar? Seja na parede da casa ou do coração. Da casa, corro o risco de estragar a parede com os buracos que ficam e no coração fere-me a alma. Na parede, um pouco de massa resolve o estrago, mas no coração somente o tempo ou um novo amor para curar-me a ferida exposta. Por isso minha dúvida entre deixar o prego da saudade do amor prometido que se foi ou se o retiro e fico com o oco da vazia solidão. Ficar com a lembrança do prego que machuca ou o triste furo da solidão? Certas questões evito obter respostas, embora que minha mente fique martelando diariamente: "-Arranca logo esse prego do coração e tape os furos com novo amor!" |
| Djanira Luz |
ENTREVISTANDO DJANIRA LUZ
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Na arte de viver, qual pode ser o significado da poesia? Djanira - Enquanto leitora, um estímulo para a vida, um alento para a dor, um sorriso a mais na alegria. Enquanto autora, um prazer imenso poder exteriorizar aquilo que vai dentro em mim. Algumas vezes a poesia sai do que sinto, na maioria é o que percebo no cotidiano, o que consigo captar nos sentimentos da humanidade. Em suma, é algo divino. Escrever não é empilhar tijolos. Como funciona seu processo criativo? Djanira - Sabe que tem dias que acordo no meio da noite e noto ideias que surgem? Algo fica falando na cabeça "escreve isso e aquilo outro", então rascunho num caderno que sempre deixo ao lado da cama. Tem um poema em especial que foi bem interressante... Eu estava em casa sozinha à mesa para o dejejum quando ouvi uma voz parecida com a Caymmi cantando na minha cabeça, peguei o caderno e, como se psicografasse, escrevi "Esquecer aquela mulher". Era para ser uma canção, pois toda vez que leio, fico brincando cantando grosso feito Caymmi. Como não sei musicar, fica como poema. Muitos vão me achar louca por revelar isso. Mas eu direi isso é que é inspiração! Sim! Vem do nada e chega como um presente. Eu nunca escolho sobre o que escrever. De repente sinto vontade e simplesmente escrevo, sem ficar horas pensando. Flui naturalmente. Djanira - É! Observando as pessoas em geral, percebo quanta carência há no mundo. Não me refiro apenas a carência material, mas do amor. A escassez de tempo, a busca desmedida pelo poder, pela ascensão profissional e o sexo fácil estão aniquilando e banalizando o amor. E o ser humano começa a sentir o efeito de tudo isso e sente o desejo de resgatar o amor, o carinho, os sentimentos verdadeiros e não esse jogo de interesses, onde relacionamentos acontecem de olho na conta bancária do outro. Até mesmo pela internet identifico essa carência, essa fome de amor e carinho. Em outro site literário, em que posto meus textos, recebo muitos e-mails de homens dizendo-se apaixonados por mim. Mas não é amor. Eles se apaixonam pelo que escrevo e personificam em mim a mulher ideal que desejam ter ao lado. Um site literário onde muitos usam como site de relacionamentos, percebe nisso a carência deles? Por isso escrevi "ao que sofre". Mas, longe de ser amarga, faz humor em forma de versos... Djanira - Sim! O bom de escrever é poder ser o que quero e quando quero. Homem, mulher, homossexual, criança, idoso, Deus ou diabo, enfim, tenho uma gama de possibilidades quando escrevo. Gosto de brincar com as palavas, fazer graça, faz parte da minha verve. Às vezes posso ser divertida, como Ziraldo quando escrevo humor leve, ou mais ríspida com as palavras que lembrem Rimbaud, Baudelaire, Byron, Álvares de Azevedo. Quem leu meu poema "Pacto desfeito" deve entender o que digo. E quando estou mais atrevida em poemas mais ousados, sou Bocage com sua exuberância... Posso ainda brincar de Stephen King ou Edgar Allan Poe nos textos de terror. Uma delícia usar de humor para escrever, a minha alma carioca fala alto nessas horas. Quando aborda tema social, qual é o papel da literatura? Djanira - De dar um toque no sociedade, dar uma sacudida, dizendo, "hei, você pode ajudar", "faça a sua parte", "vamos tentar mudar o futuro para nossos filhos e para essas crianças carentes com sede de alimento e de amor". Quem escreve tem o poder e deveria ter obrigação de usar a ferramenta que tem em mãos para o bem estar social. Quando sofri a violência no Rio, dois dos que invadiram minha casa eram jovens de, no máximo, vinte anos de idade. Havia ódio naqueles olhares, mas havia também a carência que os moveu a ter inveja dos que conseguiram vencer na vida honestamente. Não consegui sentir ódio ou raiva deles mesmo naqueles momentos em que, agressivos, apontavam armas para minha família e para mim. Enquanto subtraíam nossos objetos, via que a falta de amor e de bens materiais podem deformar a índole de uma criança, de um adolescente e quando jovem, vão buscar de um jeito torto a carência que teve na infância. Por isso cabe a literatura, a mídia e todos aqueles que têm o poder de comunicação tentar fazer alguma coisa que beneficie quem precisa e freie a violência ainda no berço. A sensibilidade poética facilita a compreensão das dores do mundo? Por quê? Djanira - Certamente. Geralmente quem escreve observa mais para poder expressar com maior fidelidade os acontecimentos e consequentemente compreende melhor os problemas do mundo. Posso falar por mim. Quando escrevo, procuro me colocar no lugar daquele que sofre ou que ama ou que perde o amor, o emprego, e desta forma fica bem mais fácil sentir a dor dos que sofrem. Se não existisse a Internet, esta entrevista não existiria também. O que você destaca como positivo e negativo nessa forma de aproximação das pessoas? Djanira - POSITIVO é que encurta distâncias entre pessoas e possibilita adquirir mais conhecimentos pela facilidade de sites de informações disponibilizadas ao simples toque dos dedos. Como se fôssemos mágicos, temos o poder nas mãos de viajar sem sair do lugar, de conhecer lugares e pessoas do mundo inteiro através desta janela para o mundo! NEGATIVO é o mau uso da internet por pessoas mal intencionadas que pensam que internet é terra de ninguém e prejudicam por acreditarem que, por este canal de comunicação, podem transgredir impunimentes, podem plagiar e cometer crime de falsidade ideológica, entre outras coisas. Infelizmente não dá para confiar em muitas pessoas, pois se mostram de um jeito diferente da realidade. Esse lado que torna perigosa a relação entre internautas. Há de se ter cautela, pois nunca sabemos quem de fato está do outro lado da tela. Se tivesse o dom da onipresença, em que outro lugar estaria, agora? Djanira - Respondendo-lhe estas perguntas, pessoalmente, adquirindo um exemplar do livro UMA NOITE DE AMOR com a ousada exigência de uma caprichada dedicatória! Hehehe Ah, e aproveitaria para dar um passeada pelo Parque Farroupilha, que só conheço por fotos. Ganhei de um amigo gaúcho o livro IMAGENS GAÚCHAS, da editora RBS Produções, onde tem imagens belíssimas do Parque. Como é "um dia mais que perfeito"? Djanira - Refere-se à minha prosa poética? Sim. Djanira - Não precisa ser aquele dia lindo de primavera, mas a primavera tem que se fazer dentro de mim. Sabe aqueles dias cinzas e frios de inverno e que por dentro você está queimando em verão de alegria? Então! Esse é UM DIA MAIS QUE PERFEITO! Tipo de dia que independe do externo, depende da companhia e do que vai no interior do coração. Hoje, agora, aqui é um dia mais que perfeito porque estou respondendo com alegria e prazer sobre minha paixão que é escrever! Obrigada pela oportunidade da entrevista onde pude desvendar mais um milésimo de mim... Beijoquinhas. |
| Clesio Boeira. Jornalista. |
4 de out. de 2009
DECLARAÇÃO DE AMOR AO RIO...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! DECLARAÇÃO DE AMOR AO RIO... Eu amo o Rio de Janeiro. Sim, eu amo o Rio! O Rio do cartão postal, das praias maravilhosas, da simpatia carioca, do Cristo Redentor de braços abertos abençoando além da cidade, o Brasil inteiro. O Rio do Pão de Açúcar, das Escolas de Samba, do Maracanã, das torcidas animadas de futebol, do samba do Cartola, de Copacabana, a Princezinha do mar, enfim, o Rio de tanta gente bamba, de muita gente boa... Ah, o Rio 2016 das Olimpíadas! E me dirão: “-Ah, mas o Rio é violento demais!” E eu responderei com meu sorriso fácil carioca de ser: - Toda grande metrópole enfrenta esse problema de violência urbana. Isso não é “privilégio” do meu Rio... Pior é o que acontece lá numa pacata cidadezinha pelo interior do nosso Brasil amado, onde o patrão encomenda a morte de alguém que reprove seus atos, muitas vezes, o preço pago pela vida é o valor de uma mera cerveja. Lugares assim onde a vida humana não vale nada, é descartada por uma quantia irrisória... Então, não me fale da violência da minha cidade grande, veja além do irascível, olhe o que de bom e belo ela pode oferecer. Eu amo o Rio pelo lado das pessoas honestas, de boa vontade que aqui vivem. Amo pela beleza natural admirada e invejada pelo mundo inteiro. Amo o Rio onde nasci e cresci. Onde aprendi a ser digna, ética, educada, provando que o Rio de Janeiro não é cidade só de bandido e gente malandra, mas sim de gente malandra de esperta, alegre que leva a vida numa boa, que trabalha, luta corre atrás, enfrenta um leão por dia e mesmo assim não esquece o bom humor em casa, não sai para a rua sem o sorriso largo, sem dar bom dia ao vizinho, ao padeiro, ao jornaleiro e a quem cruza pelo seu caminho e não abandona nunca sua simpatia. É dessa gente boa que falo e que conheci. Infelizmente quem não conhece o Rio de verdade, só conhece o Rio que os Jornais impressos ou televisivos querem vender. Um Rio sangrento, violento. Sim! Existe violência, mas o Rio de Janeiro não se resume a isso. É muito mais bonito do que se vê na tela da tevê, tem muito mais gente maravilhosa vivendo aqui do que se imagina. Então, eu faço aqui minha declaração de amor ao Rio. Onde plantei e colhi meus sonhos, onde recebi os frutos que melhoram os meus dias, eles os cariocas da gema – meus filhos queridos! E eu nasci em janeiro, no Rio de Janeiro, por isso é meu Rio D...janira!rs É por tudo isso e muito mais que trago aqui em mim que eu sempre amarei o Rio de Janeiro...o meu Rio! Ah! E viva RIO 2016 0LIMPÍADAS!!!rs |
| Djanira Luz |
2 de out. de 2009
SABE ESSE AMOR?
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! SABE ESSE AMOR? (Uma crônica de Amor) SABE ESSE AMOR? (Uma crônica de Amor) Sabe esse amor que chega desavisado e vai crescendo, tomando espaço, ocupando vazios , preenchendo lacunas com alegrias, vai renovando a esperança, melhorando o humor, arrumando a bagunça que os problemas se incumbem de tirar tudo do lugar? Então, esse amor que invade com permissão, que pode tudo porque é bem vindo por ter sido desejado, esperado, sonhado. Esse que nos põe tanto brilho que refletimos a luz das estrelas no olhar, amor que transforma nossos sonhos em feliz realidade. Esse amor que enche o rosto de alegria, fazendo a alma cantar alto e que sai pela boca uma melodia linda, expressiva do amor que vai no coração. Amor qual energético que dá ânimo e força de vontade e melhora tudo ao redor. Por conta dele podemos até enxergar saídas, obter respostas, alcançar certezas do futuro num simples esticar do pensamento, pois o futuro fica tão perto quando o coração está repleto de êxtase, de satisfação. Sabe esse amor que nos desperta para a vida, para o novo e nos move a realizarmos algo que nunca passou em nossa mente efetivar, de querer outros quereres, de provar de outros gostares ou sabores só pelo simples prazer da descoberta, do novo, do nascer de sensações nunca sentidas antes. De olhar o pôr do Sol como acontecimento único e apreciar o crepúsculo com sua Lua, como um momento mágico. Esse amor que faz dos dias de Sol mais luminoso ainda e dos dias de chuva uma bênção de fertilidade que seiva a terra para que frutos e flores nos presenteiem a vida com beleza perfumosa de delícias. Sabe esse amor que parece que expande o peito, que o sentimos grande parecendo não caber dentro, querendo saltar de nós para ir ao encontro do outro para um abraço que cura muito mais que a saudade, aquele abraço que prende ao outro como um elo que foram para não serem rompidos, uma aliança de duas vidas por se amarem tanto que não compreendem o sentido da palavra adeus, que excluem de si tudo o que sinalizar separação, um amor assim tão grande que não cabe em palavras, só em gestos e atos. Sabe esse amor que doi sem machucar como cantou o poeta em várias línguas de beijos dados e idiomas falados. Todo esse amor que vai além do que se pode imaginar a mente mais fértil e intelectualizada por não poder ser explicado, pois o amor só se sente e se vive e se ama simplesmente. Sabe esse amor que não sai da cabeça, que faz companhia ainda que distante, que nos toca os cabelos, afaga-nos o rosto e beija no vento os lábios com risos da certeza de que ele é nosso, mesmo separados podemos sentir o forte abraço, o toque, o cheiro, o sabor e de tanto gostar, a presença se faz assim parecer concreta. Sabe esse amor que existe sim, que vai além dos contos de amor e da compreensão humana, esse amor que por ora tento expressar? Eu desejo que você também possa vivê-lo!rs |
| Djanira Luz |
1 de out. de 2009
RETIRANDO FARPAS...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! RETIRANDO FARPAS... Sabe aquela farpinha que volta e meia se enfia na pele, adentra na carne, geralmente na mão ou num dedo? Se não damos um jeito de retirá-la rapidamente, mais e mais ela vai penetrando, machucando e incomodando. Acho incrível como uma pequena lasca de madeira é capaz de causar grande desconforto. Estava com uma no dedo mínimo e onde esbarrava, aumentava a dor. Tão pequenina, quase microscópica, mas até eu conseguir retirá-la, doeu bastante. Assim são nossos problemas que vamos enfiando pela pele até que eles se alojam no espírito. Por menor que seja um problema, se deixarmos para resolvê-lo mais tarde, se o ignoramos, ele irá aumentar tanto que será mais difícil a cada dia de retirá-lo de nossas vidas, de encontrarmos uma solução. E, consequentemente, irá causar-nos maiores desconfortos. Mágoas também são farpas. Quanto mais guardamos, mais vamos nos ferindo e o que era simples de dissolver concedendo ou aceitando o perdão, acaba se transformando numa coroa de espinhos cujo maior prejudicado somos nós mesmos, pois vamos sangrando o interior por guardar ressentimentos. Vejo muitas farpas pelo mundo nas peles, nas carnes da humanidade! Os ódios, as invejas, os preconceitos, as faltas de ética, a falta de caráter, tudo isso são farpas que ferem-nos as carnes da moralidade e amor ao próximo. Muitas vezes é tão simples e mais fácil retirar as farpas antes que penetrem nas carnes... Por isso não entendo como muitos preferem suportar a dor a ter a grandeza de num simples gesto eliminar maiores danos e dores. Um beijo, um abraço, um agradecimento, dizer sim ou não no momento certo, conceder ou aceitar o perdão, ajudar a quem precisa, fazer um prece por aquele que não saber rezar, ser imparcial entre amigos, esses pequenos gestos ajudam para que as farpas saiam sem causar grandes prejuízos. Não permita que uma pequenina farpa atrapalhe o seu dia, a sua caminhada. Retire antes dela penetrar-lhe os sentimentos, pois apesar de quase imperceptível, uma hora a dor vai crescer e incomodar bastante. Você sentirá um alívio enorme quando eliminar da sua vida essas farpas! Interessante como algo tão insignificante pode incomodar tanto, não é?rs |
| Djanira Luz |
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