| SEM ÉTICA, SEM CRÉDITO E COM PLÁGIO! Ontem, dia vinte de agosto fui surpreendida com e-mails e entradas no meu Blog EM QUATRO ELEMENTOS de pessoas questionando a autoria dos meus próprios textos. Informaram que uma “pseudo-autora” do site POETAS MORTOS, a LAÍS PINHEIROS MARTINS estava fazendo uso dos meus textos postando sem dar crédito para minha autoria. Além disso, como se não bastasse a gravidade do ato, a autora copycat, acrescentou falas ao meu texto, alterando o conteúdo para ficar com suas características, conforme a visão especialista da minha advogada. Minha primeira reação foi de revolta e repúdio por esse vil ato. Sou muito ética para questionarem minha índole. Tudo o que produzo é “MEU, TUDO MEU”, está entre aspas por ser um jargão que não é de minha autoria. É assim que faço quando me valho de autores consagrados ou de algum colega de literatura. Eu jamais copiei uma vírgula sequer de alguém sem que desse o devido crédito da autoria. Quando não cito nomes é para privação da intimidade e são de pessoas amigas minhas que autorizam postar falas para enriquecer e dar credibilidade a meus textos. Se o indivíduo não tem competência para produzir seus próprios textos, por que então fazer cadastro em site de poetas e/ou escritores? Existem vários sites de relacionamentos a inteira disposição daqueles que procuram diversão e interação para troca de amizades. Textos são como filhos. Eles são gerados com carinho, cuidado, alguma dor e nascem a imaginação fértil de cada autor. E, ontem quando vi meus “filhos” seqüestrados senti tamanha ira e revolta! Como uma leoa fui resgatar o que é meu. Mais do que meus textos, eu fui em busca da minha dignidade. Afinal quem não me conhecia e conhecia aquela copycat LAÍS PINHEIROS MARTINS teve dúvidas. Sou uma mulher bem organizada. Tenho tudo catalogado com datas e além dos advogados e agente literário tenho pessoas amigas que identificaram minhas falas nos textos e vieram até a mim e num gesto nobre de grandeza postaram lá no site WWW.poetasmortos.com.br, três textos em manifesto defendendo-me aberta e gratuitamente. Eu não poderia deixar de postar esta mensagem hoje de agradecimento a KARINNA do RECANTO DAS LETRAS e que posta também no site POETAS MORTOS. Ela e outras pessoas que se moveram para desmascarar aquela que queria ser eu sem ser! A KARINNA mostrou que além da bela estampa visível aos nossos olhos é igualmente bela em seu interior. É integra, corajosa e não aceita, não digere atos ilícitos. Sabe respeitar e mais ainda, ela sabe defender as pessoas de boa índole, pois sabe que plagiar é crime! O desconhecimento da lei não isenta ninguém da punição. Portanto, sejamos unidos como revelou ser a KARINNA. Identificando sinais de fraudes avise imediatamente o autor do texto. A “pseudo-autora” não teve ética em adicionar o meu nome aos meus textos, mas eu tenho. É por isso que dou créditos a ela a LAÍS PINHEIROS MARTINS por ter me maculado, me lesado desde julho de dois mil e nove, data que começou a copiar e a modificar meus textos como sendo de sua propriedade. Lamentável a atitude dela! Entrei em contato com o dono do site Anselmo F. Forati Jr que me garantiu a exclusão definitiva da LÁIS PINHEIROS MARTINS no dia vinte e sete de agosto de dois mil e nove. Enquanto isso, caso queiram comprovar a veracidade das minhas palavras, é só clicar no link e verificar os meus textos na página dos POETAS MORTOS. Embora eu não precise provar nada do meu caráter, tenho provas e inteligência para compor meus próprios textos. Agora aquela vai ter que provar para seus leitores a sua falta de caráter. MEUS TEXTOS: www.poetasmortos.com.br/index.asp EU SOU UMA PALHAÇA – Lá ela postou como HOJE TEM MARMELADA HUMOR NEGRO – UM PITO EM SANTO ANTÔNIO – lá ela postou como HUMOR NEGRO A MORTE É A ÚNICA CERTEZA DA VIDA – manteve o título. POETAS SÃO ARTISTAS DAS LETRAS – manteve o título. SINTO LIBERDADE QUANDO PERDOO. Ela usou como título uma frase muito minha. Exclusivamente minha por ser uma frase contraditória que criei! - ERA TUDO ISSO SÓ! CORAGEM ACIMA DE TUDO - lá, além de reduzí-lo a uma prosa, ela dá credito para ela e para o namorado postando como DUETOS. SENTIDO FALTA DE QUÊ? - lá ela postou como SENTINDO FALTA. Eu parei de ver se tinha mais textos meus porque fiquei enojada! Se o dono do site não tomar as devidas providências e atitudes, minha advogada e meu agente literário tomarão! Desculpe tomar-lhes tanto tempo, mas fez-se necessário e o assunto é sério e passível de acontecer com você. Esteja atento! Beijoquinhas. |
| Djanira Luz |
Eis que vim envolta Em Quatro Elementos - Sou maioria água, ser humano é assim; sou fogo quando necessário; sou terra, de mim brotaram frutos; sou ar, minha imaginação me permite voar... Sou feminina e forte como a mulher Mãe Natureza! ;Djanira Luz Todos textos, poesias ou frases neste Blog são de minha autoria. dj@
21 de ago. de 2009
SEM ÉTICA, SEM CRÉDITO E COM PLÁGIO!
20 de ago. de 2009
ESSE AMOR QUE NÃO TEM FIM!
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! ESSE AMOR QUE NÃO TEM FIM! Por Deus eu mereço! Por que de você não me esqueço? Que estranho fascínio sobre mim você tem? Desse seu poder de domínio, não há outro, mais ninguém! Posso dar volta ao mundo, percorrer até mesmo o espaço, ainda assim, por mais distante que eu vá acabo retornando ao emaranhado do seu laço. Será a minha sina de viver essa paixão que me domina? Quem sabe esse amor seja de uma outra encarnação, amor que nunca morre fica adormecido no coração... Não dizem que o amor tem fim, que um dia acaba enfim? O meu amor parece imortal, por mais que o tempo passe nunca chega o final. Você parece mais uma assombração, em todo lugar o vejo! Tenho a nítida sensação de que está aqui dando-me um beijo. Mas tudo isso é só fruto da minha fantasia, na verdade meu amor, ter você aqui comigo era tudo o que eu queria... |
| Djanira Luz |
E SE EU MORRER AMANHÃ?
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! E SE EU MORRER AMANHÃ? O que será de mim Qual será o meu fim? Será que sentirão saudade Ou dirão: “Até que enfim! Já vai tarde!” Será que deixarei boa semente Para um fruto nascer novamente? Ou terei sido uma muda ruinzinha Tipo aquela erva daninha? Serei lembrada pelos bons momentos Ou somente pelos meus contratempos? Céu, inferno... Para onde irei Lá onde habita o dono da Terra, o Rei? Terei por companhia Jesus, Maria, José Ou o diabo em forma de Lula, Sarney e gente sem fé? Ah, bom Jesus, deixa-me descansar em paz... Que leiam, enfim, em minha lápide: Aqui DJAz!rs Epitáfio para artista...rs *"Passou a vida no faz-de-conta, agora finge-se de morto!" *Desconheço autoria, infelizmente. |
| Djanira Luz |
18 de ago. de 2009
A DOSE EXATA DA PALAVRA PARA CADA MOMENTO...
A DOSE EXATA DA PALAVRA PARA CADA MOMENTO...
Eu nunca sei a quantidade certa das palavras. Não. Dizer nunca é vício da linguagem. Mas o certo é que tem horas que não sei se falei demais ou de menos...
Quando é para dar uma opinião sobre aquilo que não gostei, que não aprovo ou concordo, penso que exagero e falo demais... Agora quando é para consolar alguém que está triste por inúmeros motivos que sejam, tenho a sensação de falar pouco.
Por que será que para protestos ou para benefícios próprios as palavras rendem pano para manga e para confortar as economizamos? E, por incrível que pareça, eu sinto mais o peso das palavras quando menos faço uso delas. É! Deve ser o peso da consciência cobrando de mim por me calar no momento em que eu mais deveria falar. Será por ser a dor tão imensa assim que eu considere as poucas falas ou o próprio silêncio mais convenientes? É dito que “o silêncio vale ouro e as palavras valem prata", talvez o eco dessa frase fique ressonando lá no fundo silenciando-me quando eu deveria era ter proferido.
Ah, como eu gostaria de ter o dom das palavras e que elas saíssem da minha boca como um abraço para dar alívio ao que chora e não ser um tapa doído que me sai quando me sinto magoada...
E queria saber fazer a dosagem certa para dizer bem dito. Para protestar ou para consolar. Que eu saiba dizer com poucas palavras para o que não me agrada e use mais quando precisar carregar alguém pelos braços do meu coração.
Quantas vezes fiz, em diferentes momentos, o mal uso das palavras benditas? Quantas horas será que ignorei o sentido da fala e não dosei o que disse? Quanto de bom neguei ao mundo e quantos males causei por não saber o que dizer? Não sei...
A vida é linda e breve para perdemos tempo fazendo o mal uso da linguagem. Quero que minhas palavras envolvam como braços que acolhem e não que elas sejam açoites que ferem.
Perdi a fala diante da triste perda de alguém. Para onde foram as palavras quando mais precisei delas? De que me adianta escrever se emudeceram minhas falas no momento de consolar a amiga? Agora sei que ainda não aprendi o domínio do vocábulo quando misturado a fortes emoções.
Hei de encontrar a medida certa para as palavras que usarei onde a balança da vida irá ponderar o momento e quantidade exata para que eu faça uso sem medo de ficar perdida sobre como agir outra vez...
DEVOLVA-ME!
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! DEVOLVA-ME! As horas de prazer que ficamos sem dormir e todos os momentos que eu te fiz sorrir. As palavras de amor ditas ao teu ouvido e as muitas vezes que te chamei de querido. Aquele beijo assim mais demorado e os meus abraços onde te sentias bem confortado. Cada detalhe que ficou de mim contigo e a promessa de final feliz para sempre comigo. O meu coração sincero que eu te entreguei e a confiança cega que em ti depositei. Os meus segredos tão bem guardados os quais contigo partilhei, a ti foram confiados. Todo o poema que a ti compus e aqueles dias nublados que te colori de azuis. E devolva a minha voz gravada na tua mente para que possa apagar-te da minha vida definitivamente... |
| Djanira Luz |
17 de ago. de 2009
*A INVEJA COVARDE IMPRESSA NUM PAPEL...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! *A INVEJA COVARDE IMPRESSA NUM PAPEL... Nunca gostei de disputar vaga de cargo com ninguém. O clima de animosidade por conta concorrência estraga os melhores locais de trabalho. Quando recebi o convite para trabalhar na diretoria fui alvo de ataques verbais e de olhares. Em apenas três meses na empresa havia conseguido o que outros funcionários com mais de dois anos não conseguira. Para minha carreira foi um salto importante. Para meus princípios éticos foi um peso. Estaria certo aceitar a vaga quando tantos lutavam para conquistá-la? Seria correto em tão pouco tempo alcançar aquele sonho de anos de outros colegas de trabalho? Às vezes sentia incomodada por ter tanta dignidade! Seria tão mais fácil se não me apiedasse com os sentimentos dos outros. Certas horas a razão tem que deixar mesmo de lado o coração. Se eu agia certo e viam meu profissionalismo, nada mais justo aceitar a fatia do mérito que me cabia. A crueza de sentimentos que me fez mudar de ideia. Foi quando minha amiga, bem era no que acreditava, entregou-me uma carta que continha um teor ofensivo e, num ato de covardia, pedia que ao término da leitura queimasse o papel. Pela fúria das palavras, acho que o desejo dela era que eu fosse queimada junto... Depois disso, aceitei sem culpa a promoção। Afinal, cada um tem na vida aquilo que merece. Naquele momento eu mereci a vaga. |
| Djanira Luz |
16 de ago. de 2009
OS AMERICANOS ESTÃO CHEGANDO... ESTÃO CHEGANDO OS AMERICANOS!?
As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada!
OS AMERICANOS ESTÃO CHEGANDO... ESTÃO CHEGANDO OS AMERICANOS!?
Ouvia os comentários dos adultos a cada vez que os Estados Unidos invadiam algum país:
“- Qualquer hora dessas eles vêm para invadir o Brasil!” ou “O Brasil é enorme, tem de tudo e a Amazônia possui o maior reservatório de água, os americanos ficam de olho grande!” Isso ouvia quando sequer se cogitava sobre as alterações climáticas pelo mundo. Achava era graça das preocupações deles, dos adultos.
Para mim era a maior bobeira aquele medo todo. “Imagina se um país rico que tinha tudo além de supremacia ia querer um país simples como o meu!” Era isso que eu pensava...
É bem verdade que hoje já não acho absurdas aquelas ideias da invasão. Tenho sentido um clima estranho no nosso Governo, sobretudo nas atitudes do nosso governante. Então, de cá comigo fico juntando pedacinhos de situações e vou montando o meu quebra-cabeça. A figura que vai se formando, confesso que não me agrada em nada...
Vendo a base americana na Colômbia tão próxima a nós me causa certo desconforto. Recorda dos países que eles invadiram de olho no petróleo? Então! O que os Estados Unidos tinham que mexer com terras alheias? Conquistadores bárbaros? Piratas de terras? Todo o poderio americano não dá direito de desrespeitar os Direitos de outros países. Bem, isso é o que penso. Atualmente o que vale ouro é a água potável. E onde você pensa que tem mais, hein?
É por isso que já não acho absurdas aquelas ideias que ouvia quando criança. Da Colômbia para o Brasil, um salto! Essa conversa de que a base americana está na Colômbia para combater o tráfico de drogas não me convence. Talvez eles estejam mesmo apenas aguardando uma oportunidade para invadir-nos o país. Será!? Conjecturas? Pode ser que esta minha mente imaginativa esteja vendo coisas que não existem...
Deve ser por causa desse boom de notícias que acompanho que tiro minhas conclusões. É que não entendo se num país temos três forças armadas e o presidente assinou aumento para a Marinha e a Aeronáutica e para o Exército não. Justo o Exército que tem a responsabilidade de defender o país. Num confronto são eles que vão para a frente em combate.
Será que o não aumento terá sido intencional pelo Governo? Causar uma revolta nos militares do Exército a ponto de moverem um protesto e aí o senhor presidente vai pedir ajuda a quem? A eles os poderosos de plantão que estão bem equipados logo ali no país vizinho e posso até ouvir os pensamentos articulados do protetor da Ordem e Progresso:
“- Caro companheiro Obama! Venha ajudar para que a democracia no meu Brasil seja mantida, os militares estão revoltosos!”
E digo para o presidente dos Estados Unidos que na minha crônica onde pedia ajuda a ele para dar uma arrumada no Brasil, era para dar uma mãozinha e não para tomar-nos corpo inteiro! Foi uma forma de protesto, não uma ordem de invasão...rs
Sim, são conjecturas e espero mesmo que sejam apenas ideias de um quebra cabeça da imaginação de uma mulher pensante... Embora que eu veja esse auxílio americano em terras colombianas além de uma simples ajuda. Para mim mais me recorda uma guerra fria, velada.
Esclareço que aqui exponho fatos misturados com minha opinião. Mas, me diga... Você vê o mesmo que eu?rs
15 de ago. de 2009
TRAIÇÃO!
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! TRAIÇÃO! Olho para trás e vejo na minha vida que não traí nenhum amigo. Quero continuar seguindo olhando para trás livre desse peso... |
| Djanira Luz |
14 de ago. de 2009
AQUI CHEGUEI, CRIEI RAÍZES...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! AQUI CHEGUEI, CRIEI RAÍZES... Vim do outro lado do oceano em busca de uma nova terra, um novo lar, uma nova vida, novas esperanças... O clima tropical contrastou com a neve que tinha na memória desde meus tempos de menino. Estranhei, chorei, tive medo. Era homem, mas só por fora. A dor, a perda, a distância da pátria-mãe não me fez forte. Fez-me frágil, saudoso e cheio de receios. Haveria de superar. Aliás, tinha por obrigação. Minha família ficara no meu país de origem com a mesma saudade que trazia em meu peito. Para ter ânimo ficava pensando: juntar-me-ei aos colonos, vou plantar. O que der. O que a terra abençoar. Irei plantar sementes e junto, os desejos secretos do meu coração que só eu mesmo conheço. Hei de vê-los brotar: frutos e sonhos. E de novo, poder ter em meus braços a minha amada, a delicada presença amiga que torna minha caminhada mais fácil e branda. E nossos filhos queridos, a soma de nós dois. Darei a eles manhãs sorridentes de Sol; tardes com a algazarra dos pardais e noites serenas iluminadas, pingadas de olhares cintilantes das luzinhas das estrelas. Passaram-se os anos e agora eu me vejo aqui, numa terra distante, num país estranho que se tornou minha paixão e que hoje é meu. É minha vida, minha terra, meu chão, meu berço. Sou seu, pertenço a você, Brasil! Um brinde à terra generosa que me retribuiu com frutos, flores, cores, sabores, beleza, música, amizade, encanto, um canto, um lar. Sonho realizado! Hoje, depois de tudo que passei e conquistei, sei que tenho uma dívida enorme de gratidão. Não quero mais voltar para o meu país, já me sinto em casa. Sou como aquela primeira árvore que plantei. Aqui cheguei, criei raízes... *** PARA OS COLONOS DE TODOS OS LUGARES DO MUNDO QUE VIVEM NO BRASIL, O MEU CARINHO, RESPEITO E HOMENAGEM! |
| Djanira Luz |
O FINAL DO ÚLTIMO ENCONTRO...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! O FINAL DO ÚLTIMO ENCONTRO... (Continuação do conto - O ÚLTIMO ENCONTRO) Alguns dias depois Anne recebeu uma ligação dele dizendo que aceitava sim aquele último encontro, onde ambos deveriam devolver os sentimentos, cheiros, gostos e a lembrança do que ficou do outro em si. Seria um encontro formal, rápido, poucas ou nenhuma palavra. Um abraço, talvez, para devolver o calor dos corpos tocados com carinhos nos dias onde o amor fizera dos dois, uma só carne. Ambos acreditavam que seria fácil, coisa assim como quem devolve uma roupa que provou. Compra-se, porém, depois de uma análise mais detalhada no espelho, vê que não lhe caiu bem. Acontece que estamos falando de amor e nada pode ser comparado a esse nobre sentimento. As roupas podemos descartar, fazer a troca com naturalidade. Amor não! Amor quando forte como o que viveram não se desfaz com a facilidade imaginada por eles. Escolheram o mesmo local do primeiro encontro na tentativa de apagar desde o início toda a boa lembrança para que não restassem resquícios do grande amor entre os dois. Sempre pontual, Anne aguardava por ele no charmoso Blue Coffe Cyber Café. Ensaiou várias falas formais para não se perder no momento do adeus. Estava segura apesar do coração estar acelerado e sentindo no corpo um leve tremor. Como estava frio, usou o clima como desculpas para aquelas sensações. De longe o avistou. O mesmo jeito de sempre de caminhar, a maneira de se vestir e à medida que se aproximava, Anne ia sentindo aquele conhecido aroma sedutor e presença em belos momentos. A visão dele dosada com o seu perfume fez com que Anne ficasse receosa e vulnerável com as lembranças. As boas e adoráveis recordações. Ao vê-la, ele reconheceu que não seria fácil o adeus, pois sentiu o quanto de amor trazia em seus olhos, em sua boca, em suas mãos, no corpo e na mente por ela. Aliás, os cinco sentidos dele, eram dela e desejavam-na. Ele constatou que nunca antes sentira tanto amor assim por nenhuma outra mulher. Diante da Anne não foi possível dizer nada. Ficou imóvel como se o tempo tivesse parado para ficar contemplando sua amada. No fundo da sua alma tinha plena convicção de que ela era sua mulher e seu grande amor. Sabia que ali não seria o último encontro, mas o reencontro do amor do qual nunca deveria ter se distanciado. Estendendo-lhe as duas mãos, sem nada dizer, a não ser pelo olhar que pedia para que Anne pousasse as suas sobre as deles. E, ela que aprendera a ler nos olhos, nas expressões do rosto, nos tiques que ele fazia, compreendera o pedido e num gesto delicado sem qualquer pensamento em relutar, pôs suas mãos sobre as deles e sentiu dois corações pulsando na mesma intensidade. Sem perceberem, as mãos desprenderam-se para envolverem-se em abraços quentes, apaixonados e cheios de saudades. As falas decoradas, frias e breves deram lugar ao silêncio que durou bem mais de um minuto com aquele beijo atrasado, esperado que dizia tudo, sem palavra sequer. O último encontro não houve nem haverá. Anne e ele combinaram que daquele momento a cada dia, a cada novo encontro seria como se fosse o início. Pois, amor quando é bastante é preciso vivê-lo a cada nova manhã como se fosse o último encontro e aproveitá-lo bem com a emoção do primeiro... |
| Djanira Luz |

