| Seringueiro Djalma Soares expulso da Bolívia SERÁ QUE ALGUM PAÍS PODERIA EMPRESTAR-NOS SEU PRESIDENTE, POR FAVOR? "Fala Sério!" "Barbaridade,Tchê!" "Vixi, Maria!" "Minissinhora!" "Ô, loco meu!" É unânime a perplexidade dos brasileiros de Norte a Sul do país com a falta de atitude do nosso, então, presidente com o que está acontecendo com os brasileiros na Bolívia! Já não basta achincalhar com o povo dentro do próprio país para permitir acontecer mais essa humilhação com os brasileiros pelo “Senhor dono da América do Sul”, o digníssimo presidente da Bolívia Evo Morales? Sabe como tenho me sentido? Em Terra Mãe Gentil divorciada, sem marido, abandona às margens plácidas pelo senhor nosso presidente Luís Inácio Não Sei de Nada da Silva! Onde está que não toma uma atitude enérgica, por onde anda que não abraça o povo carente, povo de suas origens, ou será que o tempo apagou da memória as lidas duras nos tempos de metalúrgico? Se acaso tenha se esquecido, senhor presidente, eis-me aqui para dizer que minha cabeça tem um HD de 1Tb para que não me esqueça de nada e que mantenho meus olhos bem atentos aos deslizes alheios... Francamente, eu como brasileira que cresceu respeitando e amando o país, que acreditou nas palavras de Ordem e Progresso impressos da Bandeira Nacional, sinto vontade é de chorar quando assisto aos jornais ou leio reportagens com imagens dos brasileiros pobres e infelizes sendo EXPULSOS da Bolívia pelo presidente Evo Morales, praticamente com as roupas do corpo, segundo iinformações dos noticiários. Será que teremos que “contratar” presidente de outros países como fazemos com jogadores de futebol? Comprar o passe por um tempo até que se levante o time, até que se conquiste campeonatos? Não é isso que fazem quando os jogadores da casa não estão atendendo as expectativas? Quando nossos jogadores estão atuando bem, a oferta por seu passe não aumenta ? Então! Pensando assim, quem sabe o presidente da White House, Barack Obama não aceite estender a mão e já que está no início do seu mandato, cheio de vigor, venha botar Ordem no país das "Mil e Uma Maravilhas Nada Vi, Nada Sei", dos brasileiros trabalhadores Ali-babacas comandados pelos Mil e tantos Ladrões! Alguém se habilita? Algum Presidente se prontifica a ajudar-nos brasileiros abandonados à própria sorte? Alguém para proteger um povo humilhado, sofrido num país cuja Ordem e Progresso estão presentes tão somente no Pavilhão que, a exemplo de nós brasileiros, a flâmula vive a tremer deixando-se levar até que surja um verdadeiro Presidente com braços fortes e com um brado retumbante para devolver-nos o orgulho de agitar a bandeira e voltar a acreditar outra vez nesta Pátria Amada, BRASIL! As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! |
| Djanira Luz |
Eis que vim envolta Em Quatro Elementos - Sou maioria água, ser humano é assim; sou fogo quando necessário; sou terra, de mim brotaram frutos; sou ar, minha imaginação me permite voar... Sou feminina e forte como a mulher Mãe Natureza! ;Djanira Luz Todos textos, poesias ou frases neste Blog são de minha autoria. dj@
30 de jul. de 2009
SERÁ QUE ALGUM PAÍS PODERIA EMPRESTAR-NOS SEU PRESIDENTE, POR FAVOR?
O ARTISTA- Charles Chaplin
Existem artistas e existe O ARTISTA - Charles Chaplin foi e continua sendo o Grande Artista de Todos os tempos! E olha que nem precisou abrir a boca...rs
Nicolas Winton - Um exemplo para muitos, uma atitude para poucos... Djanira Luz
Nicolas Winton - Um exemplo para muitos, uma atitude para poucos... Djanira Luz
Depois de assistir a esse vídeo senti que dei outro sentindo para minha vida. Coisas antes importantes tornaram-se supérfluas e hoje procuro melhorar a vida de outras pessoas com atitudes e lições tiradas do homem de um coração que não consigo alcançar nem em sonhos...
Depois de assistir a esse vídeo senti que dei outro sentindo para minha vida. Coisas antes importantes tornaram-se supérfluas e hoje procuro melhorar a vida de outras pessoas com atitudes e lições tiradas do homem de um coração que não consigo alcançar nem em sonhos...
ESCOLHIDO A DEDO DE DEUS...
Há pessoas que simplesmente parecem sido escolhidas a dedo por DEUS para terem tanto talento. Maravilhoso dom desse homem!
A ALEGRIA NOSSA AO ALCANCE DE CADA UM!
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! A ALEGRIA NOSSA AO ALCANCE DE CADA UM! "-Ah, o dia está tão bonito e eu aqui sem o que fazer e sem para onde ir..." - Para de se lamentar! A alegria tem que vir de dentro não de alguém, de alguma coisa ou lugar, se não consegue ser feliz sozinha, sua alegria é efêmera, é sazonal! Exercite a felicidade de ser alegre sem nada, viver já basta, aproveite isso, menina! Fico impressionada quando ouço pessoas reclamando sem motivos. Muita gente só fica alegre em dias de Sol. Coitado deles na Inglaterra! Por isso que digo que a felicidade tem que vir de dentro de nós. O tempo pode estar maior furação Catarina lá fora, se no peito arde o Sol do Havaí pouco importa, pois tempestade nenhuma desabará nossa alegria de ser. Pensar positivo é ser feliz com o possível, é comer o simples trio arroz, feijão e ovo como se estivéssemos saboreando canapés com ovas de esturjão! Nossa alegria não pode jamais depender de nada de fora. Sei que um carro novo, uma roupa desejada, um brincoTiffany nos deixa felizes. Também sei que a felicidade não está só nas coisas simples, ela está na simplicidade de sentí-la dentro de nós mesmos. Alegria não depende daquilo que entra pela boca ou pelos olhos, a não ser que seja um beijo ou nosso reflexo no espelho...rs O que não pode acontecer é fazermos essa ponte de dependência: só consigo ser feliz se conseguir aquele amor, aquela casa, aquela roupa, aquele isso ou aquilo outro. É por conta dessas dependências para ser feliz que muita gente se transforma num consumidor compulsivo. Por mais que compre algo nunca está saciado. Vive numa eterna busca e não adianta comprar todos os produtos da loja porque o que deseja não está a venda, alegria não se encontra em lugar ou coisa alguma... Alegria, repito, está dentro de nós, basta enxergá-la! Quem imagina que precisa de alguém ou de alguma coisa para se sentir feliz, não terá encontrado a felicidade. Quantas pessoas depois de um fim de relacionamento, de emprego ou mesmo com a perda de um objeto de valor não procurou consolo nas drogas lícitas ou ilícitas para viver iludidamente momentos de prazer, de alegria? Na busca do falso contentamento abraçou uma vida amarga e feia que nada tem a ver com diversão. Então, você aí que passa por algum momento de dor, de perda, de faltas! Ânimo, vá! Está doendo, a dor é demais? Sim, eu sei... Quem já não sofreu uma dor que quase arrancou as forças? Quem já não quis ficar alimentando o sofrimento regando com goles exagerados de lágrimas? Sabe por que de tudo isso? É por colocar no ombro do outro ou das coisas a responsabilidade para sua alegria, quando na verdade, ela está aí bem guardadinha, muitas vezes esquecida, dentro de você... Encontre-a!rs |
| Djanira Luz |
29 de jul. de 2009
REDESCOBRINDO-SE MULHER...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! REDESCOBRINDO-SE MULHER... Antes era apenas eu. O centro de tudo. Meu mundo girava em torno de mim, das minhas vontades. Eu sentia mesmo a senhora do meu destino. Depois quando vieram, o holofote voltou-se para eles e fui me anulando para que aparecessem mais do que eu. Foi uma renúncia sem dor, foi por amor, um amor nunca antes provado... Com a chegada dos filhos sem que percebesse ou sentisse, fui esquecendo de mim, me colocando em segundo ou terceiro plano. Quase me apagando como uma pintura muito antiga que precisa de uma boa restauração. Estava tão envolvida em atenções e necessidades deles que me tornei apenas mãe esquecendo-me de ser mulher. Fiquei tão cega de cuidados, de amor excessivo que abdiquei das vaidades, das próprias vontades até mesmo dos prazeres que a vida oferece. Antes deles, eu era uma mulher. Depois deles, me tornei um projeto de mulher com o único propósito de satisfazer-lhes os desejos, os caprichos. Tinha tanta preocupação em ser boa mãe e não percebia que estava perdendo minha identidade. Atualmente procuro recuperar a mulher que quase desapareceu em mim. Os filhos agora um pouco crescidos e caminhando com suas próprias ideias, o olhar antes exclusivo para eles, retorna para Joana que, sem as vestes de mãe, se redescobre num momento em que surge um novo eu dentro da mesma mulher... |
| Djanira Luz |
28 de jul. de 2009
PALAVRAS SÃO COMO MÃOS QUE ME PRENDEM...
| Este conto foi escrito há muitos anos, nem sei precisar a data porque não está datado. Mas, pelo teor e pela grafia, imagino que seja por volta do meus quinze anos. Ficou amarelecido e esquecido nas páginas de um livro antigo. Hoje essas palavras quiseram ser revividas e saltaram do passado para o "futuro-presente" na tela do meu computador...rs Só o título criei agora e alterei o autor pelo da minha preferência atual. PALAVRAS SÃO COMO MÃOS QUE ME PRENDEM... Toda vez era isso. Sabia quando o abrisse não haveria meio de parar. Dani sentia como se as palavras tivessem mãos e a prendessem em laços envolvendo-a na trama de cada livro que lia. Adorava ler, através das histórias tinha a sensação de estar lá no meio delas, das personagens. Muitas vezes imaginava-se parte da trama. Era assim sempre. A comida esfriava e dona Helen esquentava em reclamações: - Dani, desce logo senão a comida vai esfriar, minha filha... Ah, meu Deus! Gosto mesmo que Dani leia... Mas, precisa ser justo na hora das refeições? Ela nunca vem na hora! - Já estou descendo, mãe! Só um minuto... E aquele só um minuto era multiplicado por sessenta, às vezes até mais! - Deixa a menina, Helen... Dani puxou ao pai, eu gostava de comer as sobremesas antes do almoço... – Brincava o pai José. - Vê se eu estou achando graça! Sempre dando corda para ela... - Mãe, pai! Nossa incrível mesmo... Adoro John Grisham! A linguagem dele é fascinante, os textos têm poder de me levar para dentro da história. Além de me divertir ao ler, eu aprendo muito. Enriqueço meu vocabulário, aprendo novas culturas, viajo! - Sim, minha filha, há quem conheça o mundo inteiro, quiçá o Universo sem sair de casa! - Exagero, Zé... Falando assim a Dani não sai mais do quarto nem para fazer as refeições! - É sério o que falei, querida... O Breno ficou paraplégico com aquele terrível acidente de moto quando tinha dezoito anos e a mãe dele começou a ler para ajudá-lo nos estudos. Surtiu tanto efeito que o rapaz se apaixonou pela leitura que lê, em média, cerca de setenta livros por ano. Por conta das leituras, tornou-se um rapaz cheio de sabedoria. Não há assunto que ele não saiba conversar! - Puxa, pai... Que bacana! Um dia me leva até ele para a gente conversar? Vou adorar falar sobre o que li com ele! - Claro! Veja o dia que poderá ir que ligo para ele marcando uma visita. Você vai adorá-lo e ele a você. - É mesmo, Zé... Havia me esquecido dele! Se não fossem os livros, certamente o Breno teria entrado em depressão. - Viu, mãezinha! Então, não se zangue tanto quando me atrasar para as refeições. Papai comia sobremesa antes da comida e eu alimento meu espírito para depois saciar meu corpo... – Brincava Dani. - Está bem, querida! Pode deixar... Se você saltar para dentro de um livro, eu a resgatarei no fim das páginas, lá onde termina a história. – Respondeu-lhe sorrindo a mãe. As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! |
| Djanira Luz |
NOSSA ETERNA BUSCA PELA LIBERDADE...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! NOSSA ETERNA BUSCA PELA LIBERDADE... Quem é de fato livre? Quem não vive preso a alguma coisa ou alguém por sentimentos? Muitas vezes já fiz uso da imagem do casulo sendo rompido pela borboleta, simbolizando a liberdade. Enquanto crisálida, aguardando a fase de crescimento (imago), o inseto passa por estágios até se tornar de vez uma bela borboleta. E assim somos nós humanos. Em dado momento nos fazemos como crisálidas, nos fechamos para acumularmos energia e coragem suficiente para rompermos casulos, para a conquista da liberdade. O ser humano está sempre em busca da liberdade. Seja libertar-se de um sentimento negativo, um relacionamento que não deu certo, um complexo, uma situação que nos sufoca, uma atitude que nos aprisiona, uma doença ou libertar-se do passado que insiste em permanecer assombrando o presente e querendo carona para o futuro. Há muitos motivos para que sintamos assim aprisionados... Liberdade é uma conquista diária. Pode ser dolorosa como o romper do casulo. É preciso coragem e determinação para pagar pelo preço da dor da liberdade. Ao final, a liberdade compensadora trará uma sensação de conforto jamais experimentado. Liberdade não se adquire de uma hora para outra, ela acontece aos poucos porque liberdade é crescimento. Liberdade é entender que são os medos que nos prendem e nos impedem de alcançarmos voos infinitos. Portanto, para se ter liberdade é preciso que abandonemos primeiro o medo. Medo do novo, do diferente, do amanhã para sermos de fatos livres. Ser livre implica em ser corajoso. Há um preço a ser pago pela liberdade, renúncias algumas vezes machucam. Mas, a alegria de ser livre não há preço que pague! "(...)Você tem de compreender que uma gaivota é uma ilimitada ideia de liberdade..." Richard Bach em Fernão Capelo Gaivota |
| Djanira Luz |
27 de jul. de 2009
QUANDO UM MAL FAZ-NOS MELHORES...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! QUANDO UM MAL FAZ-NOS MELHORES... Queria fazer o curso de turismo, quando abriu inscrição foi uma das primeiras da fila para matricular-se. Sentou-se no sofá da sala de atendimento para preencher a ficha, foi quando lembrou que teria de adiar, outra vez, aquele sonho. Luísa era divorciada, órfã de mãe e vivia com o pequeno Luan e o pai idoso que sofria de Alzheimer. Apesar de amar muito o pai, algumas horas sentia o peso e o desconforto de ter que abdicar de muitas coisas por cuidar dele. Sem parentes por perto que pudessem ajudá-la, Luísa andava frustrada desde que o pai foi acometido pela doença ingrata. Tinha a sensação de estar convivendo com um estranho. Ele não a reconhecida, era um dos muitos sintomas do mal de Alzheimer. Ela não o reconhecia por estar diferente do pai amigo, forte, saudável de anos atrás... Quando o Luan parou de usar fraldas, Luísa comemorou com alguns amigos esse acontecimento. Afinal não precisaria sair de casa com malas de pacotes de fraldas. Essa felicidade durou pouco. Logo em seguida, a doença agravou. Na fase intermediária, compreendida entre a inicial e a final, o portador de Alzheimer desenvolve a incontinência urinária. Seu Plínio estaria condenado a usar fraldas até o fim da vida. Foi um choque, Luísa quase surtou. Entre o sentimento de compaixão e ira do pai, numa complexidade de emoção quase explodia em culpas. Sentia pecadora por odiar viver aquilo, por ter que cuidar sozinha do pai, de fazer a higiene, de tratá-lo como um bebê, sem sê-lo! Ao mesmo tempo, Luísa cheia de ternura compadecia daquele pai antes tão autônomo, agora a sua frente frágil e tão dependente de tudo. Depois que a mãe morreu, Luísa teve de abandonar o trabalho para cuidar do pai e do filho. Sem condições de colocar o pai num asilo ou numa clínica geriátrica, o jeito foi abrir mão da profissão e viver da aposentadoria do seu pai e dos rendimentos da sua poupança. Quantas noites em claro e solitárias. Não via diferença entre o filho de um ano e meio e o pai de setenta de dois anos. Ambos frágeis e dependentes dela. Ao passo que Luan começa a pronunciar algumas palavras, o pai fechava-se em total mutismo. O Mal do século estava aniquilando o pai. Luan quando nasceu encheu de alegria a vida da Luísa. Mesmo depois do divórcio, aquele menininho colocava sempre um sorriso no rosto e na alma dela. Por ter que dispensar cuidados com pai, embora amasse demais o filho, Luísa sentia que estava negligenciando o menino e isso a fazia infeliz. Não estava conseguindo ser boa mãe e boa filha ao mesmo tempo. O pai tinha alucinações ficava agitado, algumas vezes agressivo por isso precisava de cuidado redobrado. Certa vez ele pegou um garfo e partiu para atacá-la dizendo que Luísa era um assaltante. Só depois de muita conversa e paciência, Luísa conseguiu acalmá-lo. Por isso Luísa não tinha coragem de pedir ajuda a nenhum amigo, a ninguém. Sabia que só alguém que ama muito seria capaz de cuidar de um portador do mal de Alzheimer. Geralmente só a família que conheceu a pessoa saudável preserva o amor pelo doente. Ainda assim, alguns momentos Luísa também sentia aversão por estar vivendo tudo aquilo. Mas, Luísa fazia tudo por amor ao pai. Era o mínimo que poderia fazer em retribuição por anos de amor e atenção que o pai lhe dispensara. Tudo o que lhe fizesse ainda seria pouco. Movida a esse sentimento é que Luísa suportava todos os maus momentos. Sentia que com o Mal de Alzheimer, com cruel doença do pai, aos poucos ia se tornando uma pessoa melhor, mais humana, exercitando a paciência, a compaixão começava a rever conceitos e com isso crescia interiormente. Nunca imaginou que de um mal poderia se tornar uma pessoa melhor... Por conta da doença do pai, Luísa havia perdido o namorado que tanto amava. O rapaz não teve a sensibilidade de compreender aquele momento. Aliás, sempre que Luísa tinha a chance de conhecer alguma pessoa interessante, ao visitá-la, seus pretendentes sempre davam uma desculpa não voltando. As esquisitices da doença, a incontinência do pai que, muitas vezes tirava a fralda no meio das visitas, aquele constrangimento afastava qualquer possibilidade de novo relacionamento para Luísa. Quando tudo parecia sem esperanças, numa das idas ao médico geriátrico do pai, Luísa conheceu Félix, cuja mãe sofria do mesmo mal que o senhor Plínio. Entre confissões de embaraços que enfrentavam, Luísa e Félix descobriram afinidades entre si. Um sorriso voltava a surgir na face daquela mulher. Félix demonstrava alegria na companhia de Luísa. Ao fim da consulta do mãe, antes de ir embora do consultório, Félix entrega seu cartão para Luísa que fica muito feliz. No cartão Luísa vê além do telefone do rapaz, ela vê para ambos, possibilidades... |
| Djanira Luz |
DE TODAS AS FORMAS EU ME VALI...
| As imagens desta página foram retiradas da busca Google, caso seja sua criação e não autorize postá-la, favor entrar em contato comigo que retirarei imediatamente. Obrigada! DE TODAS AS FORMAS EU ME VALI... -Alô, Ju! O que faço? Rui acabou de sair e eu precisava falar com ele... Já sei! Tchau, Ju! - Alô! Alô! Dani... Dani? Doida! Desligou... - Ju achou graça da Dani. - Vou deixar um bilhete e colocar debaixo da porta! – Disse para si. “Mozinho, eu já me virei do avesso, me rasguei em verso e prosa, gastei minhas salivas, me despi de vergonhas para demonstrar o quanto te amo e tu não vês? Será que não percebes pelos meus gestos que há muito te quero? Eu me faria transparente feito a água para que compreendesses e visses com clareza este grande amor por ti. E que não há e nunca houve outro que mereça todo este amor que cabe em mim... Deixa de ser bobinho, vai! Esqueça isso... Pense em nós e em tudo que vivemos! Já não tenho mais palavras, Rui, pois de todas as formas de expressão me vali para dizer de um único jeito que eu te amo... Beijos tantos forem necessários. Sua Dani. Em 27/07/2009 – 11 horas.” |
| Djanira Luz |
Assinar:
Postagens (Atom)
