21 de dez. de 2010

COMO RENAS DO NOEL!





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COMO RENAS DO NOEL!



Para mim, as renas do Noel representam bem uma felicidade desenfreada. É! Elas partem animadas para distribuírem presentes as crianças. Nem toda a neve ou o peso do trenó, nada será capaz de lhes frear a alegria de levarem sonhos envolvidos em laços para os pequeninos. E penso assim é que deve ser!


Andei algum tempo freando horas alegres por problemas de terceiros. As preocupações roubavam-me as cores. Isso aconteceu até o dia em que um anjo assoprou-me aos ouvidos:

- Queres ser Deus!? Não vês que determinadas questões cabe somente a Ele resolver ? Estas palavras tiraram-me o peso do mundo das costas. Aquela senhora devolveu-me a felicidade de curtir melhor a vida. A lição clareou-me as idéias. Sei que devo importar-me sim com os sofrimentos alheios, sem contudo, permitir que me turve o coração. Absorvia tanto os problemas que sofria pela incapacidade em solucionar todos eles. Sem perceber fui me tornando uma cadeia de insatisfações, fazendo sofrer também os mais próximos a mim. Sofrimento aniquila-nos a razão. Perdia tempo amargando com coisas que não me competia resolver. Ao invés de confortar, propagava a tristeza.


Hoje, não! Continuo a sentir pelos infortúnios de queridos, porém, com uma nova filosofia de vida sem ficar frustrada por não ter poderes mágicos para salvar o mundo. Sigo em frente sabendo que nada mais poderá me impedir de ser ou fazer alguém feliz. E, confiante, não ligo com peso ou frio das horas. Sem freios para ser feliz! Não é assim que fazem as renas?rs




       Sejam felizes!rs

15 de dez. de 2010

VIBRANDO PARA QUE TUDO SAIA BEM!


foto
 

Amanhecer 24/06/2010 RS - Belíssima fotografia gentilmente cedida por Pauletto J A.


VIBRANDO PARA QUE TUDO SAIA BEM!



Em dias que antecedem festas, atento para os detalhes a fim de que tudo corra bem. Vou ajeitando aqui e ali, aperfeiçoando no que posso para na hora ficar tudo melhor que o esperado. Com o tempo aprendi que não devo morrer de véspera feito peru de Natal e que não posso esperar que as festas serão todas maravilhosas, porque como diz o bom e velho ditado, “o melhor da festa é esperar por ela”. Desta forma me contento pelo simples fato de estar com pessoas queridas.
Mas se é para esperar resultado de provas dos filhos, faço preces, cruzo dedos, torço, roo unhas. Agora, se tem alguém doente na família ou amigo, silencio em súplicas ao Pai confiando que a cura será a resposta às minhas orações sinceras. Recuso-me a pensar que o mal prevalecerá. Por isso sempre espero por pequenos ou grandes milagres nessas horas.

Então, quando a insônia surge enchendo-me de preocupações com o amanhã, roubando-me sonhos dourados que eu teria se tivesse dormido,  leio. Ouço música agradável. Escrevo letras estrelas para brilharem em corações sensíveis aos meus textos. Depois adormeço esperando  ver o mesmo Sol outra vez brilhar sob meu olhar mais atento. Enquanto o novo dia não chega sorrindo convidando-me a ser feliz mais uma manhã de luz, apenas imagino possíveis boas surpresas na rósea e linda alvorada.



14 de dez. de 2010

A MENINA-ÁRVORE-DE NATAL


















A imagem acima é um presente belíssimo que ganhei da preciosa e querida autora TÂNIA ALVARIZ, feito em sue atelier. Amo você, Tânia! Obrigada por enfeitar minha casa, minha vida e meu texto!rs


A MENINA-ÁRVORE-
DE NATAL (Uma crônica natalina)

Enquanto a mãe montava a tradicional árvore de Natal, a menina escrevia qualquer coisa em seu lindo caderno Jolie.  Entre troca de olhares e sorrisos, as duas pareciam felizes naquele momento de levar ainda mais o espírito natalino para casa com a decoração. Para cada enfeite colocado na árvore, a menina rapidamente anotava algo. Aquele gesto despertou a curiosidade da mãe. Pensou em parar um pouco e verificar o que tanto escrevia a pequena Clara.  Melhor, não.  É preciso respeitar os sagrados segredos das crianças. Cris sabia hora certa de desvendar o mistério e  que não havia segredo que durasse muito tempo, tanto era a confiança entre elas.
Pelas feições da filha, o conteúdo daquele caderninho era mesmo belo. Talvez um poema! Quem sabe uma cartinha para o Papai Noel? Poderia estar enumerando os nomes das visitas para ceia de Natal. Seria uma lista quilométrica de presente!? Não. Clarinha preferia viajar a ganhar montanhas de brinquedos.
Montada a árvore, cessaram também as anotações. Clara levantou-se do puff indo mostrar para Cris o que havia escrito.
- Olha, mamãe o que eu escrevi!
Sim, era uma lista. Uma lista linda! Uma relação onde continham atitudes e sentimentos nobres.  Puros. Louváveis. Fazia parte dela AMOR, PACIÊNCIA, TERNURA, PAZ, FÉ, ESPERANÇA, CONSOLO, GENEROSIDADE, COMPAIXÃO, MISERICÓRDIA, OTIMISMO, FRATERNIDADE, PARTILHA, BONDADE, PIEDADE, PERDÃO, ALEGRIA, TOLERÂNCIA. Todas as palavras que só em lermos suscitam na alma bons sentires.  Despertando-nos a alegria e a confiança de que podemos ser melhores a cada dia. Basta um gesto. O gesto simples da tentativa.
Clara continuou a falar com suavidade pueril, porém com sabedoria de gente grande:
- Mamãe, eu vou ser uma menina-árvore-de-Nata!
Antes que a mãe pudesse perguntar qualquer coisa, vendo interrogações no rosto da mãe por não lhe compreender, a menina explicou:
- Todas estas palavras, mamãe, são sementes que irão me enfeitar pela vida toda, como os enfeites que você coloca na nossa árvore. Enquanto sou pequena e pouco sei da vida, vou plantar no meu coração estas sementes todas que escrevi. Assim elas irão crescendo junto comigo e quando eu estiver grande como você, serei uma árvore bonita com sentimentos agradáveis a Deus. Quero ser uma árvore de Natal o ano inteiro para iluminar a vida das pessoas que passarem por mim. Quero que elas sintam esta alegria do Natal não só na noite de Natal, mas em todos os dias da minha vida. Quero partilhar sementes boas. Quero dar frutos de amor a quem precisar. Quero transmitir verdades bonitas com meu comportamento e minhas atitudes. Não é isso, mamãe, que você me ensina todos os dias?
A emoção encheu o coração, calou a voz e fez transbordar os olhos da mãe. Por alguns minutos, Cris ficou abraçada a filha em silêncio. Passava em sua mente aquela lista e tanto que daquelas atitudes e sentimentos ficaram de fora do seu coração. Quantas vezes perdera a paciência por futilidades. E no lugar da ternura, carinho havia agido com intolerância. Admirando a filha, acarinhando-lhe os cabelos macios e cheirosos, tomou-a em seus braços dizendo:
- Clarinha, meu amor, você me ensina todos os dias a ser melhor do que ontem. E sei que será uma árvore linda se começa hoje a cultivar seu coração com as melhores sementes. Sim! Frutifique e ilumine a vida com sua esperança e alegria! Seja Natal todos os dias!
 Imagem arquivo pessoal
A todos(as) leitores(as) queridos(as), meu mais nobre sentimento para vocês de SANTO NATAL E ABENÇOADO 2010!

Beijoquinhas.
Dja

HO, HO, HO!rs
 

12 de dez. de 2010

ESSÊNCIA TRANSPARENTE -


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Mulher que se faz água para transparecer seu amor...


11 de dez. de 2010

TEMPO CERTO PARA O AMOR!


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TEMPO CERTO PARA O AMOR!

Meu coração está aberto para suas palavras entrarem  agora. Eis o momento da semeadura! Deposite nele sentimentos dourados de puro amor, assim frutificará a felicidade. Basta apenas que sussurre ao meu ouvido a mais bela de todas as canções: Amo você!
                    
                                       
                                        

8 de dez. de 2010

VIDAS QUE SEGUEM...



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VIDAS QUE SEGUEM...




Passava das dezenove horas. Os que estavam na confusão do trânsito desejam chegar o quanto antes aos seus destinos. Buzinaços. Xingamentos. Carros furiosos aceleravam como desejando passar por cima dos veículos posicionados em frente ao caminho a seguir.

Diante de Davi, um motorista em seu Lamborghini esbravejava forçava ultrapassar o carro mais a frente para fugir do congestionamento. Pelo jeito agressivo intencionava atravessar o canteiro da avenida. Abrindo lentamente o vidro do carro, pondo a cabeça para fora, o motorista que estava a frente do Lamborghini disse para o motorista alterado que forçava passagem:

- Pode passar, meu amigo! Estou tranquilo. Minha mulher é linda e adorável. Não tenho filhos, tenho anjos maravilhosos. E estou aqui curtinho um som divino na minha BMW bem alegre da vida! – Disse rindo com a sua aparência serena de quem realmente é feliz, dando passagem para o motorista nervoso.

Davi pôde ouvir os xingamentos do motorista do Lamborghini cantando pneu executando manobra arriscada ao atravessar o canteiro para a outra pista.

Inclusive Davi sentia-se irritado com aquela demora. Quis também avançar sinal, fazer ultrapassagem arriscada, vociferar. Depois, porém, de ouvir e ver o motorista daquele carro, pareceu incomodado com seu próprio temperamento impaciente. Parou de buzinar, subiu o vidro do carro. Começou analisar a atitude daquele motorista espirituoso. Com a saída do Lamborguini da sua frente, visualizou melhor o modelo do carro do homem alegre.

Só então Davi entendeu tratar-se de humor tudo o que o homem havia dito sobre sua vida, a começar pelo carro que conduzia. Não estava mal conservado, mas pelo ano e modelo, Davi deduziu que estava fora de linha há mais de quinze anos. Certamente a mulher do homem bem humorado não era nenhuma deusa da beleza, porém, deveria ser mesmo adorável. E seus filhos anjos não eram. Filhos amados, sim.

Olhou o pulso admirando seu Audemars Piguet e de repente Davi sentiu-se profundamente envergonhado com a atitude de ficar buzinando e reclamando ali por nada. Na verdade era ele quem deveria estar feliz da vida, pois tudo o que o dono do carro velho brincou ter, ele tinha. Uma mulher bonita, filhos educados, estava dentro de uma Ferrari Fiorano, tendo no pulso um dos melhores relógios do mundo! Mesmo de posse de todos aquelas maravilhas, Davi sentiu inveja daquele homem que sem possuir grandes bens, mostrava-se satisfeito e paciente com a vida e com o que possuía.

Davi estava visivelmente decepcionado. Apesar de tudo que possuía, sentiu o íntimo vazio como se lhe faltasse algo. E começou analisar a própria vida. Viu que era fácil para sua mulher estar sempre bela tendo a sua disposição todos os melhores recursos para cuidados da pele, do cabelo, do corpo. E que era comum encontrá-la a todo momento alinhada. A boa vida que levava proporcionava-lhe condições de adquirir as melhores grifes. E era fácil também ter filhos educados! Cuidava para que eles se ocupassem de várias atividades diárias: exercícios físicos, aulas de línguas estrangeiras, oficinas de artes e tudo mais quanto desejassem. Davi ia pensando no pouco tempo que passava com os filhos. A falta de contato o impedia de perceber se eram ou não bons filhos de fato. Aos poucos foi conscientizando-se da vida que estava levando. Sentiu-se culpado pelas ausências na vida dos filhos. Encontraria um jeito de desfrutar mais da companhia deles!

E, olhando a sua volta, viu que tudo era irrelevante. A pressa, a irritação, a impaciência, nada mais lhe incomodava. Nem as buzinas dos carros, nem os xingamentos dos outros motoristas. Achou incrível que pela alegria e humor de um estranho foi capaz de perceber e valorizar bens maiores que os bens materiais que orgulhosamente sustentava e priorizava em sua vida. Em tempo, Davi resgatou valores realmente importantes. Sua vida e sua família.

Ali, preso no trânsito caótico, ia dizendo para si:

- Em determinados momentos da vida é necessário que fiquemos diante de algum desconforto para que se torne melhor o caminho por onde seguiremos. Estou voltando para casa por outros caminhos de ideias e com novas atitudes a serem tomadas.

A volta para casa nunca fora tão tranquila e agradável quanto naquela sexta-feira. Davi achou mesmo proveitosas aquelas horas perdidas, mesmo em um exaustivo congestionamento.

                                

2 de dez. de 2010

LÁGRIMAS NAS MÃOS...



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LÁGRIMAS NAS MÃOS...


O suspiro profundo sinalizava toda a tristeza. Passando as mãos sobre os olhos, reteve as últimas lágrimas de saudade. Prometera para si enxugar o coração das lembranças. Como se fosse simples! Como se fosse lhe dado poder de escolher sensações...

Não era Deus! Nem tinha sequer poderes das deusas mitológicas. A vida de reles mortal impunha-lhe degustar sentimentos fortes e dolorosos. Viu-se forçada a suportar aquela dor sobre-humana como se super-heroína fosse. Preço injusto por amar demais quem não mereceu ser amado.

Pela primeira vez odiou o amor! Coisa mais descabida apaixonado sofrer! Amor é vida, alegria, prazer, exaltação! Por que então sentia o peito dilacerado, sufocado da ausência do ser querido? Precisava lavar a alma. Faxinar o lixo que se fez em seu interior com os pedregulhos de desilusões que havia acumulado do tempo das ausências.

Em desespero, ansiando livrar-se da solidão de amor, liberou o grito sufocante:

- Vai de mim amor soberano! Não desejo mais sofrer! Prefiro sofrer a aridez dos sentires a viver a solidão do amor que acabou. Nunca provei tristeza maior do que esta! Livra-me! Vai de mim! Imploro...

Observando a umidade das lágrimas ainda cálidas por entre seus dedos, antes do adeus final, sentiu  todo o poder e a beleza do amor vivido no tempo onde dois corpos fundiram-se em um.

E foi assim que viu seu amor intenso evaporar da sua vida pelas suas próprias mãos...
 

1 de dez. de 2010

UM RIO DE LÁGRIMAS DE JANEIRO A JANEIRO... (Crônica lamento)










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UM RIO DE LÁGRIMAS DE JANEIRO A JANEIRO... (Crônica lamento)

 


Tanto quis que fosse de janelas e portas abertas para a liberdade de uma vida feliz sem medo de bicho animal ou animal gente entrar sem convite. Imaginei construí-la de madeira como a dos sonhos que menino deseja ter sobre a árvore. Os muros seriam de palha. Todos que fossem até lá lembrar-se-iam do aconchego da manjedoura quentinha que abrigou o Menino Jesus e, deste modo, igual conforto sentiriam no amor irradiado do meu sorriso em recebê-los.


Percebo quão distante está este desejo na realidade vista nos muros altos erguidos em torno da casa. É impossível manter portas e janelas abertas ou sem grades. A crueza conscientiza-me da crescente violência nas cidades. Obrigo-me a aceitar o Forte no lugar da casa da árvore. E, nada de palhas! Vem a mente a história Os Três Porquinhos com suas casas de palha, madeira, tijolo e, nunca antes me pareceu tão atual. Com tantos maus lobos à espreita, de repente um sopro de maldade chega derrubando vidas dos que trazem esperanças suadas dos dias com casas de madeira e muros de palha.
Como o Porquinho precavido da casa de tijolos, já assimilo a ideia em construir seguras fortalezas com muros altos, cercas elétricas, câmeras de vigilância, cães adestrados. Dentro da casa há tesouros, jóias raras, belezas ímpares. Todos os valiosos diamantes: filhos, marido, pai, mãe, etc. Enfim, toda esta gente de bem a mercê de lobos maus que sem dó assopram-nos o amor de palhas quentes e aconchegantes levando embora alegrias,  trazendo-nos o medo frio da morte.
Ainda bem que os bons caçadores de lobos maus estão de volta! Meu Rio que chora, carece deles...

  

22 de nov. de 2010

SAGRADAS LETRAS... Conto Minimalista



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SAGRADAS LETRAS... (Conto Minimalista)




Entristecido, achava conforto no livro predileto. As palavras amigas davam-lhe beijos. No calor das mensagens tinha colo em letras macias.

AO ALCANCE DAS MÃOS!


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AO ALCANCE DAS MÃOS!


Quando soube da visita de um famoso cartunista ao colégio, tratou de levar a pasta contendo seus incríveis desenhos para mostrar ao artista. O que tinha de dificuldade nas gramáticas, tinha de genialidade na arte de ilustrar!
A cada olhada nos desenhos do rapaz, o esnobe desenhista criticava sem piedade. Sentindo-se humilhado diante dos colegas, o jovem escondeu o talento na gaveta debaixo de livros pesados. Encerrara ali, prematuramente, sua promissora carreira como cartunista. Imaginou o sonho longe de seu alcance.


A exemplo do jovem que engavetou o sonho colocando-o distante do alcance da tão almejada realização, você já desistiu dos seus ou deposita-os em lugares muito afastados que acredita ser impossível realizá-los?
Passado algum tempo, todo o colégio soube que as críticas sofridas pelo rapaz foram por inveja. O renomado artista não concebia como alguém tão jovem sem ter corrido o mundo e sequer frequentado as melhores oficinas e escolas de arte era capaz de tamanha perfeição em traços. Uma lástima o que o invejoso artista fizera! Será que ele não entende que dom não necessita de sofisticadas escolas? Dom é presente natural. As escolas apenas aprimoram talentos.
Quanto a mim, alguns dos meus estão bem perto e fáceis de se tornarem reais. Outros, porém, os mais complexos e desejosos estão onde só minha imaginação consegue ir. Para minha salvação,  tanto mais desejo, mais o sonho aproxima-se de mim. E bem sei que logo, logo ele estará aqui ao alcance das minhas mãos para serem enfim verdades no tempo certo! Agora, se o sonho for doce, vai direto para minha boca, onde o bom sabor dá gostosa satisfação do desejo concretizado!rs

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