26 de ago. de 2009

MUDAR A VIDA EM QUESTÃO DE MINUTOS... (Uma crônica Social)


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MUDAR A VIDA EM QUESTÃO DE MINUTOS...
(Uma crônica Social)



- 44 minutos? Tudo isso? Vou enfartar até lá! – Gritou para a atendente do laboratório de exames.

Diego havia transado com uma garota, sem fazer uso de preservativos. Soube, dias depois que ela era portadora do HIV e quase enlouqueceu. Só então pensou na noiva, nas consequências e em si. Toda sua vida poderia mudar em questão de minutos!

Sempre assim! Por mais que se fale, que se oriente, por mais propagandas sobre prevenção, na hora do vamos ver ninguém lembra de se precaver. Sexo é bom demais, mas sem prudência pode virar a maior dor de cabeça capaz de matar... Devemos tomar muito cuidado ao relacionarmos sexualmente. Depois do coquetel contra a Aids, ninguém sabe quem é portador. Antes a aparência denunciava, hoje aquele rostinho bonito e corpo sarado podem ocultar a doença. Muitos levam para a família a doença que pode matar. Saiba que mesmo com o coquetel, o portador da doença sofre muito, além da dor física, há a dor do preconceito. E você não quer isso para sua família... Quer?

Passado o tempo de espera do resultado do exame, o rapaz sentiu medo em saber a verdade. Por sorte, deu negativo. Aqueles 44 minutos foram os mais sofridos da vida de Diego. O dele teve final feliz. O seu sofrimento poderá durar o resto da vida... Previna-se!


Sexo sem camisnha é INSEGURO! (Propaganda francesa)




Djanira Luz

24 de ago. de 2009

E SE EU MORRER AMANHÃ?


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E SE EU MORRER AMANHÃ?



O que será de mim
Qual será o meu fim?
Será que sentirão saudade
Ou dirão: “Até que enfim! Já vai tarde!”
Será que deixarei boa semente
Para um fruto nascer novamente?
Ou terei sido uma muda ruinzinha
Tipo aquela erva daninha?
Serei lembrada pelos bons momentos
Ou somente pelos meus contratempos?
Céu, inferno... Para onde irei
Lá onde habita o dono da Terra, o Rei?
Terei por companhia Jesus, Maria, José
Ou o diabo em forma de Lula, Sarney e gente sem fé?
Ah, bom Jesus, deixa-me descansar em paz...
Que leiam, enfim, em minha lápide: Aqui DJAz!rs

Djanira Luz





Epitáfio para artista...rs

*"Passou a vida no faz-de-conta, agora finge-se de morto!"

*Desconheço autoria, infelizmente.







PARA MORRER O ASSUNTO...



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PARA MORRER O ASSUNTO
...

Venho informar o desenlace do plágio que sofri para morrer o assunto. Foram apenas dois dias, mas me tiraram do sério.

Depois de tudo solucionado chega a hora de arquivar, digo arquivar e não esquecer. Não podemos esquecer desse fato para nos mantermos atentos a novas possíveis investidas de inescrupulosos.

Não fosse a coragem da Karinna do RL, alguns leitores que não quiseram ter seus nomes revelados e além dos meus amigos que estão sempre atentos aos meus trabalhos, não fossem eles para me alertar, talvez eu não tivesse tomado conhecimento imediato e solucionado com agilidade essa questão.

Se eu também não tivesse coragem e atitude de agir, de correr atrás dos meus direitos, a essa hora a página daquela “pirata literária” ainda estivesse no ar.

Graças a ação conjunta de amigos e da boa vontade do dono do site Poetas Mortos, Anselmo F. Forati Jr, tudo se resolveu em poucos dias e sem maiores aborrecimentos. O Anselmo com a rapidez da exclusão da página da copycat deu credibilidade ao site Poetas Mortos e demonstrou respeito com os autores inscritos em seu site.

Se não aceitássemos os logros e tentássemos resolver com coragem e determinação os problemas como o que enfrentei, o Brasil poderia ter um rumo bem diferente do atual.

Mas, infelizmente, a Karinna por me ajudar sofreu ataques de uns “bobos” que acham normal o plágio. Já pessoas sensatas como eu ficaram indignadas com o ocorrido. Particularmente penso quem apoia o plágio é porque também o faz ... Só posso pensar desta maneira de alguém que é conivente com erradas atitudes, pois plágio é crime!

Para você que é liberal em relação a plágios, eu proponho a trabalhar durante trinta dias e no final do mês quem receberá o seu suado dinheirinho será uma pessoa estranha que você nem nunca viu. Você ficaria satisfeito em trabalhar, em se dedicar e depois de tudo não receber seus rendimentos? Pois, foi isso que eu senti. Eu me senti roubada, lesada. Não me subtraiu quantia, mas o valor dos meus textos não tem preço que pague a riqueza dos sentimentos que doei em cada escrita.

Agradeço a todos que deixaram comentários de apoio e repúdio no meu manifesto em crônica anterior.

Termino aqui dizendo que “A VERDADE É SOBERANA E ABSOLUTA” e anda ao lado dos que a busca. Quem pensa que vai ficar impune plagiando saiba que a verdade sempre aparece e ela vem bem mais rápida ainda se temos amigos que nos amam e nos alertam!

Penso que nunca terei agradecido o suficiente a todos que me apoiaram.

Beijoquinhas agradecidas.rs


ATENÇÃO!

Vale lembrar ainda que o plagiador encontra punição com base no Código Penal, com penas que podem chegar a 4 anos de reclusão, por violação ao direito autoral. Ao plagiador também pode ser imputado o crime de falsidade ideológica.FONTE: Artigo publicado em A Gazeta - ES em 09/05/2006 .



Djanira Luz

É ESSA A DIGNIDADE QUE ADMIRO!





Ode à Corrupção, de Elisa Lucinda





21 de ago. de 2009

SEM ÉTICA, SEM CRÉDITO E COM PLÁGIO!


SEM ÉTICA, SEM CRÉDITO E COM PLÁGIO!

Ontem, dia vinte de agosto fui surpreendida com e-mails e entradas no meu Blog EM QUATRO ELEMENTOS de pessoas questionando a autoria dos meus próprios textos.

Informaram que uma “pseudo-autora” do site POETAS MORTOS, a LAÍS PINHEIROS MARTINS estava fazendo uso dos meus textos postando sem dar crédito para minha autoria. Além disso, como se não bastasse a gravidade do ato, a autora copycat, acrescentou falas ao meu texto, alterando o conteúdo para ficar com suas características, conforme a visão especialista da minha advogada.

Minha primeira reação foi de revolta e repúdio por esse vil ato. Sou muito ética para questionarem minha índole.

Tudo o que produzo é “MEU, TUDO MEU”, está entre aspas por ser um jargão que não é de minha autoria. É assim que faço quando me valho de autores consagrados ou de algum colega de literatura. Eu jamais copiei uma vírgula sequer de alguém sem que desse o devido crédito da autoria. Quando não cito nomes é para privação da intimidade e são de pessoas amigas minhas que autorizam postar falas para enriquecer e dar credibilidade a meus textos.

Se o indivíduo não tem competência para produzir seus próprios textos, por que então fazer cadastro em site de poetas e/ou escritores? Existem vários sites de relacionamentos a inteira disposição daqueles que procuram diversão e interação para troca de amizades.

Textos são como filhos. Eles são gerados com carinho, cuidado, alguma dor e nascem a imaginação fértil de cada autor. E, ontem quando vi meus “filhos” seqüestrados senti tamanha ira e revolta!

Como uma leoa fui resgatar o que é meu. Mais do que meus textos, eu fui em busca da minha dignidade. Afinal quem não me conhecia e conhecia aquela copycat LAÍS PINHEIROS MARTINS teve dúvidas.

Sou uma mulher bem organizada. Tenho tudo catalogado com datas e além dos advogados e agente literário tenho pessoas amigas que identificaram minhas falas nos textos e vieram até a mim e num gesto nobre de grandeza postaram lá no site
WWW.poetasmortos.com.br, três textos em manifesto defendendo-me aberta e gratuitamente.

Eu não poderia deixar de postar esta mensagem hoje de agradecimento a KARINNA do RECANTO DAS LETRAS e que posta também no site POETAS MORTOS. Ela e outras pessoas que se moveram para desmascarar aquela que queria ser eu sem ser!

A KARINNA mostrou que além da bela estampa visível aos nossos olhos é igualmente bela em seu interior. É integra, corajosa e não aceita, não digere atos ilícitos. Sabe respeitar e mais ainda, ela sabe defender as pessoas de boa índole, pois sabe que plagiar é crime!

O desconhecimento da lei não isenta ninguém da punição. Portanto, sejamos unidos como revelou ser a KARINNA. Identificando sinais de fraudes avise imediatamente o autor do texto.

A “pseudo-autora” não teve ética em adicionar o meu nome aos meus textos, mas eu tenho. É por isso que dou créditos a ela a LAÍS PINHEIROS MARTINS por ter me maculado, me lesado desde julho de dois mil e nove, data que começou a copiar e a modificar meus textos como sendo de sua propriedade. Lamentável a atitude dela!

Entrei em contato com o dono do site Anselmo F. Forati Jr que me garantiu a exclusão definitiva da LÁIS PINHEIROS MARTINS no dia vinte e sete de agosto de dois mil e nove.
Enquanto isso, caso queiram comprovar a veracidade das minhas palavras, é só clicar no link e verificar os meus textos na página dos POETAS MORTOS.

Embora eu não precise provar nada do meu caráter, tenho provas e inteligência para compor meus próprios textos. Agora aquela vai ter que provar para seus leitores a sua falta de caráter.

MEUS TEXTOS:
www.poetasmortos.com.br/index.asp


EU SOU UMA PALHAÇA – Lá ela postou como HOJE TEM MARMELADA

HUMOR NEGRO – UM PITO EM SANTO ANTÔNIO – lá ela postou como HUMOR NEGRO

A MORTE É A ÚNICA CERTEZA DA VIDA – manteve o título.
POETAS SÃO ARTISTAS DAS LETRAS – manteve o título.

SINTO LIBERDADE QUANDO PERDOO. Ela usou como título uma frase muito minha. Exclusivamente minha por ser uma frase contraditória que criei! - ERA TUDO ISSO SÓ!

CORAGEM ACIMA DE TUDO -
lá, além de reduzí-lo a uma prosa, ela dá credito para ela e para o namorado postando como DUETOS.

SENTIDO FALTA DE QUÊ? - lá ela postou como SENTINDO FALTA.

Eu parei de ver se tinha mais textos meus porque fiquei enojada! Se o dono do site não tomar as devidas providências e atitudes, minha advogada e meu agente literário tomarão!

Desculpe tomar-lhes tanto tempo, mas fez-se necessário e o assunto é sério e passível de acontecer com você. Esteja atento!

Beijoquinhas.


Djanira Luz

20 de ago. de 2009

ESSE AMOR QUE NÃO TEM FIM!


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ESSE AMOR QUE NÃO TEM FIM!



Por Deus eu mereço! Por que de você não me esqueço? Que estranho fascínio sobre mim você tem? Desse seu poder de domínio, não há outro, mais ninguém!

Posso dar volta ao mundo, percorrer até mesmo o espaço, ainda assim, por mais distante que eu vá acabo retornando ao emaranhado do seu laço.

Será a minha sina de viver essa paixão que me domina? Quem sabe esse amor seja de uma outra encarnação, amor que nunca morre fica adormecido no coração...

Não dizem que o amor tem fim, que um dia acaba enfim? O meu amor parece imortal, por mais que o tempo passe nunca chega o final.

Você parece mais uma assombração, em todo lugar o vejo! Tenho a nítida sensação de que está aqui dando-me um beijo.

Mas tudo isso é só fruto da minha fantasia, na verdade meu amor, ter você aqui comigo era tudo o que eu queria...

Djanira Luz

E SE EU MORRER AMANHÃ?


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E SE EU MORRER AMANHÃ?



O que será de mim
Qual será o meu fim?
Será que sentirão saudade
Ou dirão: “Até que enfim! Já vai tarde!”
Será que deixarei boa semente
Para um fruto nascer novamente?
Ou terei sido uma muda ruinzinha
Tipo aquela erva daninha?
Serei lembrada pelos bons momentos
Ou somente pelos meus contratempos?
Céu, inferno... Para onde irei
Lá onde habita o dono da Terra, o Rei?
Terei por companhia Jesus, Maria, José
Ou o diabo em forma de Lula, Sarney e gente sem fé?
Ah, bom Jesus, deixa-me descansar em paz...
Que leiam, enfim, em minha lápide: Aqui DJAz!rs






Epitáfio para artista...rs

*"Passou a vida no faz-de-conta, agora finge-se de morto!"

*Desconheço autoria, infelizmente.








Djanira Luz

18 de ago. de 2009

A DOSE EXATA DA PALAVRA PARA CADA MOMENTO...




A DOSE EXATA DA PALAVRA PARA CADA MOMENTO...


Eu nunca sei a quantidade certa das palavras. Não. Dizer nunca é vício da linguagem. Mas o certo é que tem horas que não sei se falei demais ou de menos...

Quando é para dar uma opinião sobre aquilo que não gostei, que não aprovo ou concordo, penso que exagero e falo demais... Agora quando é para consolar alguém que está triste por inúmeros motivos que sejam, tenho a sensação de falar pouco.

Por que será que para protestos ou para benefícios próprios as palavras rendem pano para manga e para confortar as economizamos? E, por incrível que pareça, eu sinto mais o peso das palavras quando menos faço uso delas. É! Deve ser o peso da consciência cobrando de mim por me calar no momento em que eu mais deveria falar. Será por ser a dor tão imensa assim que eu considere as poucas falas ou o próprio silêncio mais convenientes? É dito que “o silêncio vale ouro e as palavras valem prata", talvez o eco dessa frase fique ressonando lá no fundo silenciando-me quando eu deveria era ter proferido.

Ah, como eu gostaria de ter o dom das palavras e que elas saíssem da minha boca como um abraço para dar alívio ao que chora e não ser um tapa doído que me sai quando me sinto magoada...

E queria saber fazer a dosagem certa para dizer bem dito. Para protestar ou para consolar. Que eu saiba dizer com poucas palavras para o que não me agrada e use mais quando precisar carregar alguém pelos braços do meu coração.

Quantas vezes fiz, em diferentes momentos, o mal uso das palavras benditas? Quantas horas será que ignorei o sentido da fala e não dosei o que disse? Quanto de bom neguei ao mundo e quantos males causei por não saber o que dizer? Não sei...

A vida é linda e breve para perdemos tempo fazendo o mal uso da linguagem. Quero que minhas palavras envolvam como braços que acolhem e não que elas sejam açoites que ferem.

Perdi a fala diante da triste perda de alguém. Para onde foram as palavras quando mais precisei delas? De que me adianta escrever se emudeceram minhas falas no momento de consolar a amiga? Agora sei que ainda não aprendi o domínio do vocábulo quando misturado a fortes emoções.

Hei de encontrar a medida certa para as palavras que usarei onde a balança da vida irá ponderar o momento e quantidade exata para que eu faça uso sem medo de ficar perdida sobre como agir outra vez...

DEVOLVA-ME!


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DEVOLVA-ME!



As horas de prazer que ficamos sem dormir
e todos os momentos que eu te fiz sorrir.
As palavras de amor ditas ao teu ouvido
e as muitas vezes que te chamei de querido.
Aquele beijo assim mais demorado
e os meus abraços onde te sentias bem confortado.
Cada detalhe que ficou de mim contigo
e a promessa de final feliz para sempre comigo.
O meu coração sincero que eu te entreguei
e a confiança cega que em ti depositei.
Os meus segredos tão bem guardados
os quais contigo partilhei, a ti foram confiados.
Todo o poema que a ti compus
e aqueles dias nublados que te colori de azuis.
E devolva a minha voz gravada na tua mente
para que possa apagar-te da minha vida definitivamente...



Djanira Luz

17 de ago. de 2009

*A INVEJA COVARDE IMPRESSA NUM PAPEL...


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*A INVEJA COVARDE IMPRESSA NUM PAPEL...


Nunca gostei de disputar vaga de cargo com ninguém. O clima de animosidade por conta concorrência estraga os melhores locais de trabalho. Quando recebi o convite para trabalhar na diretoria fui alvo de ataques verbais e de olhares. Em apenas três meses na empresa havia conseguido o que outros funcionários com mais de dois anos não conseguira.

Para minha carreira foi um salto importante. Para meus princípios éticos foi um peso. Estaria certo aceitar a vaga quando tantos lutavam para conquistá-la? Seria correto em tão pouco tempo alcançar aquele sonho de anos de outros colegas de trabalho?

Às vezes sentia incomodada por ter tanta dignidade! Seria tão mais fácil se não me apiedasse com os sentimentos dos outros. Certas horas a razão tem que deixar mesmo de lado o coração. Se eu agia certo e viam meu profissionalismo, nada mais justo aceitar a fatia do mérito que me cabia.

A crueza de sentimentos que me fez mudar de ideia. Foi quando minha amiga, bem era no que acreditava, entregou-me uma carta que continha um teor ofensivo e, num ato de covardia, pedia que ao término da leitura queimasse o papel. Pela fúria das palavras, acho que o desejo dela era que eu fosse queimada junto...

Depois disso, aceitei sem culpa a promoção। Afinal, cada um tem na vida aquilo que merece. Naquele momento eu mereci a vaga.

Djanira Luz
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