20 de jun. de 2009

É POSSÍVEL RESGATAR A CONFIANÇA?



"Resgatado há 10 anos de um circo, o leão Júpiter beija sua dona, Ana Júlia Torres. A professora vem adotando animais feridos e maltratados durante os últimos 16 anos e chegou a fundar uma instituição na Colômbia que cuida de pelo menos 680 animais.
"




É POSSÍVEL RESGATAR A CONFIANÇA?

Como se perde confiança em alguém?

Num relacionamento entre casais é fácil saber. Basta haver traição por uma das partes. Traição que envolva uma terceira pessoa ou traição relacionada a dinheiro.

Entre amigos também se perde créditos com a traição de um querer ficar com o parceiro do outro, com os bens do outro. Além da traição, a quebra da palavra, a revelação de um segredo ou ainda, a difamação, a falsa acusação são motivos para haver melindres.

Uma vez perdida a confiança é difícil voltar a acreditar numa pessoa em que se tenha depositado créditos a ponto de segredar-lhe intimidades nunca antes reveladas.

Eu já perdi confiança em políticos e nunca mais encontrei, nem almejo reencontrar; perdi confiança em muitos médicos inescrupulosos desprovidos de sentimentos, são frios e fazem dos hospitais e clínicas verdadeiros frigoríficos feito seus próprios corações; perdi a confiança em tanta gente que se dizia de bem, mas na calada da noite cometia os mais sórdidos atos!

Penso que raramente conseguimos resgatar a confiança depois de um desgaste com quem quer que seja.Portanto, antes de tentar fazer algo do tipo que possa prejudicar alguém, lembre-se que você também sairá prejudicado...

Procure agir de maneira que não percam a fé em você, pois confiança leva muito tempo para se conquistar. Para perder é fração de segundos, basta um pequeno ato insano e já era!

E, você o que pensa... Acredita que é possível resgatar a confiança?



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Djanira Luz

VOU ME CASAR COM BENITO DI PAULA!!!


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VOU ME CASAR COM BENITO DI PAULA!!!




Tenho recebido um número considerável de e-mails de rapazes entre 23 e 30 anos dizendo-se “apaixonados” por mim...rs

Não os censuro, tampouco me envaideço. Antes, lhes faço uma bombástica revelação. Quando muito acalorado o e-mail, analiso, dou uma risada (não debochada, mas pela beleza da ilusão de amor que muito me identifico) e depois respondo com meu segredo que, juro, jamais pensei precisar valer-me dele...

Respondo aos e-mail, um a um, pois cada pessoa deve ser tratada como única, são pessoas especiais com sentimentos igualmente especiais. Segredei-lhes que aos onze anos até nem sei quando, eu dizia para mim e para o Universo que me casaria com o Benito di Paula! Sim! Eu me apaixonei por ele. Não, por ele não! Pela poesia cantada dele e toda vez que o via na tela da tevê, eu suspirava de posse do mais nobre e inocente amor. O romantismo tomava conta de mim e alimentava aquele fogo no peito e eu gostava daquela sensação toda que sentia.

Entretanto, o que eu não sabia é que eu estava amando as palavras do cantor, aquelas belas palavras tinham verdadeiro fascínio sobre mim, me seduziam sem qualquer esforço.

Vivi nesse devaneio o até o dia em que fui capaz de discernir amor e admiração e separar o sentimento pela poesia do autor. Só então foi que desisti da ideia absurda de casar com o Benito.Por isso que entendo bem o que se passa na cabeça desses jovens, pois vivi o mesmo.

Um dos meninos disse em e-mail:

“(...)-As mulheres não são mais assim como você, sinceras, românticas, doces... A maioria só pensa em se dar bem em cima do cara...”

É lamentável saber disso, embora não sejam todas, mas é por aí mesmo. Ele tem razão. Essa questão, porém, cabe a ele conhecer bem alguém antes de envolver-se mais sério.

Toda essa confusão de se ter paixão por quem escreve, sobretudo, poesias, poemas é devido ao poder de sedução que têm as palavras. Uma pessoa sensível que busca um amor sincero, meigo poderá apaixonar-se pelas letras, porém, vai transferir todo o ardor do peito para quem o escreveu.

O belo desses rapazes é que eles não importam com a beleza física ou idade, a paixão se faz tanta que importam tão somente com a beleza interior. Foi o que aconteceu comigo em relação ao Benito di Paula. Eu estava tão envolvida com ele que o via como um Príncipe Encantado! Eu era apenas uma menina, ele homem feito.

Apesar de ter amadurecido, algo permanece em mim. Vejo e valorizo pessoas por dentro, a capa é simples detalhe.

Então, moças e rapazes, antes de acreditar apaixonadas pelo poeta ou poetisa saibam que isso passa. É o feitiço das letras, a magia da sedução, ainda que esse poder não seja intencional por quem compõe...


Coincidência ou não, acabei vindo morar na cidade natal do cantor Benito de Paula... Ironia do destino?rs




Djanira Luz

19 de jun. de 2009

PALAVRAS FEIAS, SENTIMENTOS DESELEGANTES...


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PALAVRAS FEIAS, SENTIMENTOS DESELEGANTES...



Não há nada pior para uma pessoa do que ser desprezada ou sofrer indiferença por parte de alguém, sobretudo quando se trata de alguém tão próximo e querido.

O desprezo machuca, magoa. A indiferença é fria e cortante feito faca afiada.

Há corações inóspitos que se alimentam de sentimentos nocivos e sentem prazer em desprezar o outro, de repudiar qualquer aproximação com o que é novo, diferente. São Pessoas taciturnas que vão amargando a vida de outrem somente pelo fato de destoarem de seus modos. Pessoas essas fechadas para novas ideias ou costumes.

Quando crê que seu desprezo não surte efeito, determinadas pessoas partem para a indiferença. Nada mais cruel do que você tentar uma aproximação seja no local de trabalho, no colégio, em clubes e afins e sentir nesses lugares um clima de indiferença, de rejeição. Por mais amadurecido que seja, quem for deixado de fora da conversa, aquele que sofre indiferença sentirá muito essa negação de atenção, ainda que disfarce ou diga não se importar.

Indiferença e desprezo são palavras e atitudes feias, deselegantes.

Para haver a paz gastamos mil palavras belas e ilimitadas atitudes no intuito de conseguí-la; já para que a discórdia se propague na velocidade da luz, basta valer-se apenas de duas atitudes, porém de efeito tão devastador quanto a bomba de Nagasaki e Hiroshima – o
desprezo e a indiferença.

Você pode até não gostar de alguém, mas procure não precisar usar a indiferença ou desprezo. Antes exercite sua paciência e benevolência, gaste palavras de paz, não contribua com sua atitude colocando minas explosivas na vida do seu semelhante. Imagine-se no outro antes de valer-se dessas palavras ruins...

Depois de tentar da maneira civilizada e esperada, não surtir efeito, vai da sua consciência agir de outro modo... Mas, ao menos saberá que tentou do melhor jeito até tomar uma atitude não tão bela.

Eu prezo mesmo que minha crônica faça alguma diferença para você, amigo internauta...



Djanira Luz

18 de jun. de 2009

APENAS UM ENREDO?


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APENAS UM ENREDO?





Serei eu apenas um conto
Algumas vírgulas e ponto
O escrito para ser folheado
Depois de lido fica guardado?

Uma história simples assim
Começo, meio e triste fim
Morno será o desenlace
Sem glamour e belo ápice?

Serei apenas um melodrama
Algum tema para sua trama
Episódio de uma nova novela
Exibida na grande e fria tela?

Talvez quem, sabe, no teatro
Seja a peça encenando o ato
Ao fim descerá grossa cortina
Palco vazio será a minha sina?

Poderei ser aquela película
Do cinema uma partícula
Resumido enredo, o curta
Assistido sem muita disputa?

Refaça de mim novo escrito
Elabore um texto bem bonito
A cada dia tenha um final feliz
Com beijos e pedidos de bis!









Djanira Luz

SEPARADOS FEITO PANGEIA...




SEPARADOS FEITO PANGEIA...


Noites em claro, perco tino, senso, fome
Na mente a lembrança, na boca teu nome
A tua falta me faz arder aqui por dentro
Agora vivo assim infeliz, padecendo...

Andei até brigada com a nobre poesia
Bastava pensar em ti, logo me entristecia
Abandonei o lirismo, desprezei o verso
Mergulhei fundo no meu olhar disperso...

Para curar-me vali mesmo de panaceia
Pois o destino separou-nos feito Pangeia
Perdidos, cada um novo caminho seguiu
Ao meio nosso coração de tristeza dividiu...

Procuro no tempo, a hora, exato ponto
Que te ache para termos um reencontro
Somos dois corpos opostos na polaridade
Seremos atraídos outra vez pela saudade...

Um grande amor não se apaga da mente
A paixão será capaz de unir continentes
Distância entre nós será coisa do passado
Para sempre nossos corpos serão colados...

Outra vez eu voltarei poemas escrever
Hoje desisto tentar de ti me esquecer
Separada de ti serei sempre metade
Só a teu lado serei feliz na totalidade...

Esperarei por ti, o tempo não importa
Quem sabe a Terra gire e nessa volta
Reúna as terras que foram separadas
Como destino une pessoas apaixonadas...

Tu, por fim, buscarás a minha presença
No teu peito sentirás nostalgia imensa
Descobrirás, então, feliz e emocionado
Que teu lugar é bem aqui ao meu lado...








Djanira Luz

17 de jun. de 2009


Imagem de arquivo pessoal - Festival de Inverno em Nova Friburgo - Guilherme Arantes.

PARA AQUECER CORPO E ALMA...



Apesar de carioca, gosto do inverno e o que ele me propicia: chocolate quente, fondue de queijo regado a um bom vinho, festivais de inverno, festas juninas com seu quentão e, é lógico que não pode faltar, um aconchegante casaco de abraços para aquecer o corpo...

Mas, do frio por dentro, do inverno d’alma, desse não me apeteço. A dor, a morte, a solidão, a saudade, o medo do real ou do imaginário esfriam o tempo dos sentimentos. Por que tudo que nos é, aparentemente maus, causa-nos a sensação de frio?

O frio trazido pela perda de alguém querido ou da despedida do nunca mais verei, da doença que não vai passar, da falta de esperança, do medo que arrepia a alma, da solidão do vazio da cama e coração... Desse inverno que dura bem mais do que o período de uma estação, eu não aprecio.

Do inverno do corpo posso valer-me de subterfúgios para amenizar seus efeitos, já o da alma só mesmo quando alguém ou algo fizer com que o Sol brilhe dentro de mim, trazendo para minha vida a alegria dos dias quentes e dourados do verão.

Diga aí você, por qual inverno está atravessando... O que se aquece com um gostoso chocolate quente ou aquele que se aquenta com um afago n'alma?rs


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Djanira Luz

16 de jun. de 2009

UM MILÉSIMO DE MIM...

Imagem criada pelo designer Guilherme Marconi



UM MILÉSIMO DE MIM...

Gosto da auto-análise proposta por Sócrates: “Homem, conhece-te a ti mesmo” e vim desvendar um pouco de mim.

COR PREFERIDA:

Lilás. Tons lilases para tecidos, bichinhos de pelúcia, parede, lipstick e amarelo para flores, sobretudo a rosa cuja flor é minha preferida dentre todas. É lindo em dias nublados encher a casa delas, dá impressão que o Sol apareceu e ver os ipês amarelos contrastando com o verde lá nas matas, é qualquer coisa de divino...

UMA MÚSICA QUE GOSTO DE OUVIR SEMPRE:

Vou responder com três propostas, pois para cada clima, tenho uma música que gosto de ouvir.

No meu dia-a-dia, na paz, gosto de ouvir “O Barquinho” na voz de Nara Leão. A letra, a música me transporta para a calmaria do mar e me vejo mesmo navegando no barquinho sob o céu azul do verão;

Quando estou “elétrica” e saltitante, ouço “Another One Bites The Dust” do Queen & W. Jean Feat P. Michel/Free. Uma delícia! Ouço no momento!

Em momentos apaixonados, nada melhor que um jazz, o meu preferido é “I Cant’ Get Stardet” de Ben Webster. É fechar os olhos e deixar fluir a música...

DUAS PALAVRAS:

Nunca Desista!

UMA FRASE :

A trago guardada no baú da memória, talvez eu peque e não transcreva corretamente. Mas, basicamente é isso. Foi o que também me fascinou e ajudou a descobrir a paixão pela poesia, pela escrita.

“Se poeta fosse doutorado, seu anel de grau seria uma saudade cravada numa dor.” (Catulo da Paixão Cearense).

UM SONHO:

Ter um final feliz para cada sonho...rs

FILMES QUE APRECIEI:

1. O Conde de Monte Cristo – Nesse filme, como achei doce a vingança, pois nada mais justo para quem foi vítima de inveja, traição, corrupção. Aprende-se muito com ele a ter calma e saber agir no tempo oportuno...

2. O Motim - A história da libertação da Índia ficou encantadora com a mostra da música, da dança e cultura indiana.

PALAVRAS: SUAVES OU FORTES?

Amo as palavras. Da erudita à maldita, cada uma no seu devido tempo.

MARCA DE PERFUME PREFERIDO:

Não me prendo às marcas, fecho olhos e escolho pelo aroma. Assim como faço com as pessoas, não olho as aparências, e sim essência... Mas, tem que ter notas de pêssego, sândalo e baunilha...rs

INDICAÇÃO DE UM LIVRO, UMA PEÇA DE TEATRO, UMA ÓPERA:

“O Príncipe” de Maquiavel – Duro, forte, mas imperdível a sua leitura.

“Minha mãe é uma peça!” Com o ator Paulo Gustavo – Uma comédia para doer a barriga de tanto rir... Muitas mulheres irão identificar-se em algum momento com a personagem...rs

“Nessum Dorma” na voz de Martin Fernandez, tenor e amigo. Você pode ouví-la com Andrea Boceli.

ALGO PARA FINALIZAR:

A vida é feita de momentos únicos, aproveite-os e não espere demais do outro. Somos falhos, somos humanos...

O Deputado que vai para o Céu!


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O Deputado que vai para o Céu!


Época de eleição é fogo! Aparece cada figura, cada situação...

Não deu para entender o que o Rudson, aquele Deputado Federal que tinha se envolvido em várias falcatruas entre outros atos ilícitos escolher justo fazer comício em frente à Catedral da cidadezinha.

E começou seu sôfrego discurso na cidade cujo nome parecia zombar dos eleitores que sempre votavam nos mesmos candidatos velhacos:

- Meu povo querido, meu amigos, conto com seu apoio mais uma vez para ser o prefeito desta bela cidade de “PANACOVISKS”... Sempre zelei pela moral, pelos princípios, pela ética e bons costumes...

Seu Haroldo, que não tolerava ouvir mentiras, gritou:

- Nessas horas qualquer candidato vira Santo, Anjo até mesmo Arcanjo!!! Deixa de falsidade, homem!

Mantendo a cara-de-pau peculiar de "alguns muitos" políticos, o candidato prosseguiu:

- Meu senhor, não se altere, sou um bom cristão. Com certeza quando morrer irei para o céu conviver na presença Nosso Senhor Jesus Cristo!

A missa tinha acabado naquele instante. Dona Hermínia, mulher carola teve tempo de ouvir aquelas sandices dita pelo Rudson. Ciente dos atos ilegais do candidato, a senhorinha foi afastando as pessoas, empurrando-as para que ela pudesse chegar mais perto do palanque.

Dona Hermínia juntou toda energia que restava depois das orações proferidas durante a missa e com sua voz fininha, bradou:

- Você vai pro céu sim, seu sem vergonha... Pro céu da boca do capeta!


Djanira Luz

ESTRELAS DO MEU OLHAR...


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ESTRELAS DO MEU OLHAR...

Chorei por horas a fio
Em mim total solidão
A dor, grande desafio
Ocupa uma imensidão...

Dos olhos escorre o negro
O tom do amor perdido
Inunda em mim o desprezo
Um pranto desiludido...

Quero palavras aqui dentro
Brancas que tragam a paz
Aliviar d’ alma o sofrimento
Nada agora me satisfaz...

As mágoas que derramei
Do coração maltratado
Em estrelas transformei
O céu ficou salpicado!


Djanira Luz

EU SOU UMA PALHAÇA...



EU SOU UMA PALHAÇA..
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Quando vi um palhaço dando chineladas num menino, eu fiquei decepcionada com os palhaços. Para mim, aos cinco anos, palhaço era aquele que só fazia rir, que só era e só dava alegrias para as crianças.

Aquela visão do palhaço agredindo uma criança fez com que eu repudiasse a imagem do palhaço. Mesmo quando soube que ele repreendia o filho por estar perto demais da jaula do leão, eu parei de gostar de palhaços...

Tempo passou, cresci e numa ida ao circo, vi um palhaço chorando e, mesmo adulta, me surpreendi com aquela imagem do palhaço triste. Talvez por ter sido reportada para o dia em que eu menina via aquele palhaço agredindo um menino e ali já crescida, sentia o mesmo desconforto de outrora. E, parecendo ler meus pensamentos e minha cara de espanto, sem que eu pronunciasse palavra sequer, o palhaço me disse:

“-Por trás da máscara de palhaço existe um homem que chora e que sofre como você, como qualquer outra pessoa... Não se espante.” - Deu uma pausa, secou as lágrimas que borravam sua maquiagem e continuou. – “-Quantas vezes subi ao picadeiro com sorrisos na cara de palhaço e meu coração chorava. As crianças e o público não têm culpa das minhas dores, do meu sofrer... O show tem que continuar”.

Bastaram aquelas sinceras e belas palavras para que voltasse a admirar a figura do palhaço. Aliás, eu gostei muito mais do que antes. Eu criança só entendia do palhaço a função de fazer rir. Depois de ouvir as verdades do palhaço triste pude compreender a grandeza que cabe na figura do palhaço. Como cresceu em mim o conceito pelos palhaços!

Hoje me descobri uma palhaça. Quantas vezes sorri com o coração em prantos para não preocupar ou entristecer pais, filhos, companheiro, amigos. Quantas vezes represento no palco da vida mascarando a tristeza ou a dor, tendo no rosto uma alegria que não é minha para não entristecer alguém?

Sim, eu sou uma palhaça e com muita probidade! E você alguma vez já se fez grande feito um palhaço?



"Hoje tem marmaleda? Tem, sim senhor!"rs



Djanira Luz
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