13 de jun. de 2009

A INTENSIDADE DO SENTIMENTO...


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A INTENSIDADE DO SENTIMENTO...


Paixão – A gente só entende quando sente...



O coração batendo na garganta, uma incomum gagueira, um leve tremor nas mãos, a fala desconexa... Toda vez que ele aparecia na minha frente ou um simples telefonava dele era capaz de abalar a estrutura de uma jovem que se dizia durona, fria e calculista para o amor. Não teve jeito! Sim, a paixão me pegara e tinha forma, cor, cheiro, nome... Estava perdidamente apaixonada por ele e sentia raiva de admitir e raiva por ter todos aqueles sintomas exteriorizados denunciando o que de secreto trazia no coração.

Vivi intensamente essa paixão, com o passar dos anos, o ciúme dele foi minando a relação e a minha mente antes passional, voltou para o racional e percebi quanta coisa havia feito que não faria se não estivesse possuída pela droga entorpecente da paixão. Apesar de amá-lo tanto e ser amada de igual tamanho e intensidade, o fim foi inevitável. Sofri, chorei e a presença dele me acompanhou ainda por muito tempo até o dia em que não doeu mais recordá-lo. A vida seguiu. Um amigo meu não teve a mesma sorte, pois a antiga namorada cuja paixão louca, era na verdade, obsessão, fez da vida dele um inferno de Dante, uma morada eterna de Hades, até matar a cadela dele tentou...

Paixão e sua dualidade – a boa que nos faz alegres, saltitantes, vemos só o lado bom e colorido da vida. A nociva que leva à morte... Ela é movida pelo ódio, pela gana de possuir alguém ou alguma coisa com tanta força que nos cega impedindo-nos de agir com sanidade. Nas duas formas da paixão há o exagero. Tudo o que nos cega para o belo e para a razão é nocivo e perigoso...

Não há vacina contra paixão. Ela não é elegante, se instala no coração sem hora marcada ou convite e dura um tempo determinado, quando não é paixão de amor verdadeiro. A paixão duradoura quando se abranda, permanece aquele amor bonito que vale a pena; no mais a paixão é feito fogo de palha, seu prazo de validade não dura o tempo de muitos beijos e amassos... Concorda?rs


10 de jun. de 2009

INSEGURANÇA DO CORAÇÃO...


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INSEGURANÇA DO CORAÇÃO...


Quero, mas medo tenho
E se eu me arrepender?
Por isso me contenho
Preferindo esquecer...

Mas, quando tento partir
O coração fica em retalhos
Do amor não há como fugir
Então, reúno os frangalhos...

A força de uma paixão
Transpõe até barreira
Amar com convicção
Pode durar a vida inteira!

Quero viver ao seu lado
Isso eu já me decidi
Sei que é meu amado
Porque eu o escolhi...

Nessa certeza me apego
Para ficar com você
Com vontade me entrego
Para esse amor valer!






Djanira Luz

9 de jun. de 2009

AO FINAL DAS CONTAS...


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AO FINAL DAS CONTAS...


Tentei compreender com teorias práticas
Recorri às variadas fórmulas matemáticas
Algo exato que explicasse nossa separação
Nem com todas as operações achei solução...

Calculei todas aquelas raras desavenças
Somei, dividi, mas não haviam diferenças
Multipliquei nossas horas felizes de afetos
Dividi nossos temores, momentos incertos...

Mas, estava tudo certo, somente sobrou
Um lindo, forte, real e desmedido amor
Vejo que a distância, quem sabe, o tempo
Afastou-nos causando esse contratempo...

Espero que volte para mim na velocidade
Mais rápida que a própria luminosidade
E que as batidas do seu sincero coração
Ultrapassem de amor a barreira do som...

Fiz a soma de nós, tudo bem direitinho
Cada detalhe medi com muito carinho
Satisfeita fiquei com o belo resultado
Ao final das contas - você a meu lado...



Djanira Luz

8 de jun. de 2009

VOCÊ SABE OU PENSA QUE SABE O QUE É JUSTIÇA?


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VOCÊ SABE OU PENSA QUE SABE O QUE É JUSTIÇA?


“A primeira vez a gente nunca esquece...”


Sendo boa ou ruim a experiência, da primeira vez é mesmo difícil de esquecer.

Quando fui apresentada a ele nem tinha muita experiência de nada na vida. Mas, foi ele quem me mostrou a realidade nua e crua. Com ele encontrei novos significados para a vida, através dele cresci, amadureci. Ele ampliou meus horizontes e a minha mente. E dele nunca mais me separei.

Passaram muitos anos e permanecemos unidos até hoje. Mas, apesar de amá-lo tanto, eu pensei em abandoná-lo.

Minha desavença com meu amigo começou quando o advogado disse que muitas vezes quem ganha uma causa não é aquele quem está com a razão. Nem sempre é a pessoa honesta ou correta quem ganha na "justiça", mas aquele cujo advogado faz a melhor defesa. Esse foi o conceito de justiça que o doutor de Direito me passou. Ainda sugeriu que eu procurasse ver o real significado da palavra.

Inconformada e incrédula fui ter com meu amigo de longas datas para que ele sim, sabido e atualizado, pudesse dar o verdadeiro sentido da palavra justiça.

Para minha decepção, o meu amigo deu voltas e mais voltas, falou de maneira rebuscada e vi que o conceito dele sobre justiça discorria do meu ponto de vista. Fiquei aborrecida, quis cortar relação com ele. Para sempre! Era tamanha minha indignação. Tanto que até pensei desprezar uma amizade de anos...

Eu daria novo significado para a palavra JUSTIÇA. Justiça seria...
Favorece a pessoa que sofreu alguma lesão e que fora comprovada a veracidade dos fatos. E não o que disse o advogado e o que diz meu amigo sabido.

“-É por isso que o mundo está deste jeito! Nunca vi uma justiça mais injusta do que esta! Deve ser por isso também que se diz que a justiça é cega... Cega de conivência, então!” – Pensava eu incisivamente.

Não havendo o que pudesse ser feito, achei por bem recompor-me com meu amigo. Estava lá abandonado, surdo-mudo, gasto, pálido pelo tempo corrido. Senti certa compaixão pelo desprezo dado a ele. Coisa triste é o remorso...

Então, tocando-lhe eu disse baixinho:

- É meu velho amigo... Penso que para termos justiça neste país está na hora de mudarmos o significado da palavra justiça!

E recoloquei meu velho amigo dicionário na estante da sala...


Você já viu o significado da palavra justiça? Não? Então... Veja!rs




Djanira Luz

7 de jun. de 2009

BRIGA DE MULHER...



BRIGA DE MULHER...


Parece que a galera fica assim num êxtase assistindo cenas tórridas de arranca-rabos. Ô, racinha que gosta de ver uma briga!

- Quando a língua não resolve, eu desço o braço! – Bradou Bia alterada.

- E eu não sou mulher de botar o rabinho entre as pernas e correr fora, eu encaro, sua horrorosa! – Revidou Ana.

Briga de mulher, briga de colegas de escola junta gente para ver. Ninguém quer saber de separar briga de mulher. A turma fica mesmo é atiçando, pondo lenha na fogueira:

- Puxa o cabelo! Aperta o bico do peito! Arranha! Morde! Dá tapa na cara!

Ana e Bia eram do terceiro ano do Ensino Médio e disputavam a companhia do belo Jair para irem ao baile de formaturas. E ele, o belo das belas enfurecidas, não estava nem aí para a briga delas. Aliás, ali ele estava, porém, não moveu um dedo mindinho para separá-las. Jair parecia deliciar-se com aquela contenda. Afinal, qualquer homem se envaidece ao sentir-se objeto de desejo.

Depois de se esbofetearem à vontade, de desalinharem os cabelos e as ideias, de borrarem os batons e as índoles, de jogarem no chão corpos e vergonhas, apareceu o inspetor para apartar a briga.

Zezão ainda pôde ouvir da multidão dos alunos:

" -Ah, estraga prazeres!"

Olhando para os alunos, ele disse:

- Que abusrdo vocês atiçando uma briga, deveriam era apaziguar, seus incitadores! E voltando-se para as meninas, ordenou:

- Direto para a secretaria!!!

Não adiantou se exporem ao ridículo com aquela briga pela disputada de companhia para o baile de formatura... Jair preferiu ir com meiga Dany.


Djanira Luz

6 de jun. de 2009

BASTAVA APENAS TROCAR-LHE AS ALÇAS...


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BASTAVA APENAS TROCAR-LHE AS ALÇAS...


Tenho outras bolsas, acontece que na hora de sair é só ela que separo para levar comigo. Ela foi escolhida, deseja e adquirida com esmero. Não me importo com o que pensam os outros em achar que só tenho uma. É dela que gosto e me sinto bem, isto me basta.

Embora ache que esteja mesmo um pouco gasta, ainda assim continuo sendo fiel à ela. Sua aparência, reconheço, já não é tão atrativa quanto o dia em que fiz sua aquisição. Mas, nada que um pouco de álcool e boa vontade não devolvam a ela o brilho dos primeiros dias.

Uma grande amiga tinha uma bolsa linda. Linda mesmo. E vivia exibindo-se da marca, da beleza, do preço pago por ela. Depois de um bom tempo de uso, como a minha bolsa, a dela também ficou batida por tantas voltas dadas e puiu a alça.

Minha amiga nem hesitou, apesar de ter manifestado grande apreço pela bolsa, jogou-a fora no lixo. Aquela bolsa que havia sido companheira fiel de muitos momentos, alegres ou tristes foi reduzida a nada. Nem as boas lembranças foram capazes de impedir aquele ato de abandoná-la às imundícies.

Passado um tempo conversávamos e minha amiga contou-me da falta que sentia da antiga bolsa. Segundo ela, apesar de ter adquirido outras, nenhuma delas era tão boa e bonita quanto aquela que depositara no lixo...

Fiquei até surpresa quando me revelou ter jogado fora, pois a bolsa era de boa qualidade, não havia necessidade de ter desfeito dela. Então, eu falei:

- Só damos o verdadeiro valor às coisas quando as perdemos. E, não precisava ter jogado fora, bastava apenas trocar-lhe as alças...

Diante das minhas palavras, minha amiga percebeu que uma simples atitude poderia ter evitado tamanha perda.

Assim eu vejo certos relacionamentos sendo rompidos. Por causa de pequenos detalhes que poderiam ser resolvidos com diálogo, tolerância, paciência e amor, se perde e se separa, muitas vezes por orgulho e deixamos escapar pela sarjeta aquilo que era único, caro e raro para nós.

Atualmente vimos pessoas desfazendo-se de uma relação com tanta facilidade que nem cremos que havia amor ali... Pois, encontando algum defeito na pessoa amada, muitos preferem trocar por outra a perdoar, a aceitar as falhas ou esquecer os possíveis erros.

Muitas vezes, por orgulho, jogamos pessoas no lixo por pequenos detalhes que poderiam vir a ser reparados. Mas, a praticidade da troca e do conforto momentâneo proporcionado pelo novo, pelo diferente é mais atrativo e eficaz do que tentar consertar o estrago... Ledo engano, creio que muitas vezes é tão mais fácil restaurar do que tentar uma nova investida, uma nova relação.

Você pode até trocar de amor... Mas, se foi por um pequeno detalhe como orgulho ferido que impeça de conceder o perdão, não vai adiantar substituir por outra pessoa. Por mais que troque, vai sempre ficar sentindo falta do seu amor como a minha amiga sentiu da sua antiga e fiel bolsa. E uma vez jogado fora um amor, se não tentar resgatá-lo logo do lixo do abandono do seu coração, uma outra pessoa poderá aproveitá-lo bem melhor do que você soube utilizar...

Em relacionamentos devemos agir com cautela para que não venhamos tomar atitudes precipitadas. Antes devemos agir assim de modo tão simples capaz de evitar perdas e danos. Não precisa trocar de pessoa amada, basta apenas trocar-lhe as alças...





Djanira Luz

5 de jun. de 2009

ACHADOS E PERDIDOS DOS SENTIMENTOS...


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ACHADOS E PERDIDOS DOS SENTIMENTOS...




“-Nunca vi perder as coisas desse jeito!” – Minha mãe sempre reclamou das perdas do meu pai. Até hoje ele vive perdendo chaves, carteiras, documentos, óculos e por aí vai.

Quando ainda morava lá com eles, eu era a “achadeira” oficial de papai, conforme ele me dominava. Meus irmãos e eu, toda vez que papai perdia algum objeto íamos atrás como fosse mesmo encontrar um tesouro perdido. Não havia recompensa, mas eu adorava encontrar e ficar me achando mais esperta e sortuda do que os meus irmãos.

Enquanto meus irmãos procuravam em lugares aleatoriamente, eu fazia o percurso inverso, ou seja, voltava aos lugares que meu pai havia estado e dali poder achar o objeto perdido da vez.

E dava certo! Eu encontrava o que fosse. Ainda me vejo com aquela cara de “mais esperta que você” que fazia para meus irmãos.

Muitas vezes meu pai nem perdia os objetos, como era distraído, ele esquecia em algum lugar, então era fácil para mim encontrá-los, pois sabia o lugar habitual deles.

Como estamos próximos aos Dia dos Namorados, pensei fazer analogia entre perdas de objetos com perdas sentimentais.

Quando perdemos um amor e não compreendemos o motivo que nos levou a perder um amor tão grande, bonito e sincero assim de repente, sem explicação. Teve fim e pronto, não houve o porém...

Se acaso isso vier acontecer, faça como eu fazia com os objetos perdidos. Para entender o motivo do rompimento, da perda é preciso apertar a tecla “rew” e voltar ao ponto exato que fez com que você perdesse o seu amor ou que seu amor perdeu você.

Só voltando ao momento da ruptura é que poderá compreender e tentar achar um jeito de resgatar o amor se ele lhe é caro, obviamente. Só tentamos encontrar aquilo que tem valor, do contrário a perda nem machuca, chegando a ser benéfica.

Caso a culpa da perda tenha sido sua, procure a pessoa amada e dialogue. Conversar é ótimo! Conversar esclarece, aproxima, resolve... Agora se o culpado do rompimento foi o seu amor, tente entender o motivo. Se por orgulho ele se foi, tente reconciliá-lo. Caso a separação tenha ocorrido por não haver mais a reciprocidade do amor, então, deixe-o onde está que o tempo fará com que você “ache” um amor melhor, certamente.

Há casos em que você acredita ter perdido um amor como meu pai e seus objetos... Na verdade o amor ficou esquecido, deixado de lado por algum momento. Nesse caso é preciso ter um novo olhar sobre a pessoa amada e dá-lhe o devido valor para que não venha perdê-la de fato.

Então, cuide do seu amor, regue com carinho e atenção. Não o deixe de lado, não ignore, não o abandone e não o despreze... Ame muito, regue de atenção e cuidados!

Agora, uma dica importantíssima... Se perder qualquer coisa é só me chamar, pois DJAcha! rsrs



Djanira Luz

“A morte é a única certeza da vida.”


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“A
morte é a única certeza da vida.”


Quando criança eu vivia chorando por não querer morrer. Morria de medo da morte. A morte era feia, assombrava-me, era ladra. Subtraía-me o sono e o sorriso.

Tudo piorava nas aulas de catecismo. A catequista falava-nos sobre o fim do mundo, o apocalipse, que deveríamos ser bons para ganhar a vida eterna... Essas coisas que nos passam nas igrejas e tudo era confirmado, endossado pelas palavras enérgicas do padre. E cada vez eu temia mais a morte e cria que ela, a cada manhã estava mais próxima a mim, perseguindo meus atos e conforme meus pecados eu seria condenada a morte eterna, conforme ensinamentos religiosos...

Depois de certo tempo, eu questionadora que era (e sou), apesar dos meus seis, sete anos de idade, comecei a achar a vida sem propósito e ficava pensando numa solução para a “não morte”. Eu precisa encontrar um meio de não morrer. Imagine uma criança aos seis, sete anos que ainda cheirava a leite materno ouvir falar de fim de mundo! Sim, eu queria respostas do por que de ter que morrer! Mas, eu nunca as obtive, ou melhor, não tive respostas que me convencesse.

E comecei a querer parar com os estudos, pois se o mundo iria acabar conforme me foi passado, para quê estudar? Por que me preocupar com o amanhã se o amanhã seria o fim, a morte certa?

E ficava tentando entender algo inexplicável, algo incompreensível para um adulto, o que dirá para uma criança como eu era! Não sei como não me afundei num mar negro de depressão infantil por temor, por coisas que me incutiram à mente...

Mas, ao mesmo tempo em que tentava compreender, sabia que aquele assunto não me competia e que certas coisas não adiantava eu querer entender... Que certas coisas apenas se vivia e se sentia e se deixava a barca da vida seguir em frente.

Aquela frase “a morte é a única certeza da vida” apavorou-me feito fantasma por muitos anos até o dia em que me tornei adulta cronologicamente. É... Pois creio que pelos meus argumentos, meus questionamentos naquela idade já pensava como gente grande, eu era uma adulta presa naquele corpo de menina. É a única explicação que tenho para uma menina pequena na década de setenta pensar como eu pensava...rs

Hoje, agora, neste momento, já eu não temo mais a morte e nem quero certezas da vida! Não quero saber o que me reserva o amanhã, o que encontrarei ao dobrar a esquina, não quero a certeza do que enfrentarei além do muro ou da montanha.

Não mesmo. Não quero as certezas, antes quero por toda a vida, enquanto eu tiver último sopro vital, a única coisa que desejo é ter aquilo que me move a seguir em frente, a buscar novos horizontes, o que me faz acreditar no amanhã, a crer na cura, na vitória, na conquista, na vida e no amor.

Não, eu não quero as certezas, eu só preciso ter comigo enquanto viver, a esperança...


E você?rs



Djanira Luz

VOLTA E MEIA, UM RECOMEÇO...


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VOLTA E MEIA, UM RECOMEÇO...


Só agora me dei conta de quantos recomeços enfrentei ao longo da vida...

A cada novo recomeço sempre saio lucrando, pois aprendo com as experiências vividas. Já recomecei histórias, estudos, amores e um monte de outras coisas de perder a conta.

No início, geralmente é complicado, difícil e mesmo dolorido... Mas, tudo que nos faz sofrer, nos fortalece e nos torna melhores. E particularmente hoje, eu me sinto assim – forte, melhor e, consequentemente, mais feliz.

Se você está passando por um momento desses de recomeço, a primeira coisa a se pensar e fazer é ter um ideal, uma meta. É! Algo que esteja adiando por inúmeros motivos... Então! É chegada a hora de recomeçar a sonhar e pôr em prática aqueles projetos arquivados e engavetados dentro de você.

Atenha-se em algo que lhe dê animo, empolgação e que suscite em você o desejo da conquista, da vitória, do recomeço de um novo enredo, de uma nova situação. Desta forma, tudo mais à sua volta, aquilo que fez com que sofresse, parecerá diminuto, sem valor e importância, pois você estará dando atenção a outras coisas que lhe agradam.

Fazer o que nos é agradável é o ponto de partida para o “deixar para trás”, o “apagar de memória”, o “adeus” ao que se foi...

Sejam mil recomeços que você precise enfrentar, não desista! Compreenda que a cada novo recomeço você também se renovará e entenda ainda de que recomeços são oportunidades de fazer do hoje bem melhor do que foi o ontem e que o amanhã você estará mais forte, seguro e feliz para os recomeços que tiver de passar.

Só não recomeça quem tem medo de viver ou quem desiste de viver e que vive numa redoma protegendo-se dos sentimentos...

Sorrir, chorar, amar, sofrer é o que nos faz melhores e molda-nos caráter. Então, não tema recomeços. Viva-os em sua plenitude!

E aí, quantos recomeços já enfrentou, hein? rs


Djanira Luz

4 de jun. de 2009

FAÇA A SUA PARTE...









FAÇA A SUA PARTE...




Todo o cidadão bom e consciente
Ajuda preservar o meio ambiente
Cuida da Terra, pensa lá no futuro
Para termos no amanhã, ar puro...

Combate às criminosas queimadas
Protege o habitat das bicharadas
Não prende na gaiola, o passarinho
Deixa-o livre no conforto do ninho...

O lixo não se esquece de separar
Aproveita-o para
depois reciclar
Evita saco plástico usa bolsa de tecido
O mundo inteirinho fica agradecido...

Água sabe usar evitando desperdício
Pois viver sem ela é um
grande suplício
Ciente, usa-a com zelo e moderação
Cuida bem para não haja a extinção...

A Terra considera como se fosse gente
Entende se não cuidar, ela fica doente
Cidadão distinto não destrói, ele planta
E manias de poluição da mente arranca...

Seja mais um aliado na preservação
Desperte-se já para a conscientização
Abrace com carinho essa bela ideia
Defender o Planeta é coisa séria!









डीजानीरa Luz
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